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Economia de água gera economia de energia elétrica

Como é necessária uma bomba para fazer subir água para os apartamentos, um menor consumo de água se traduz em menos trabalho para a bomba, e conseqüentemente menos gasto de energia.

Checar possíveis vazamentos também é uma boa alternativa para economizar água e energia. Nesse ponto, as unidades autônomas devem fazer sua parte.

Senado aprova novo Código Florestal

G1

Depois de mais de seis horas de discussão, o plenário do Senado aprovou, por 59 votos contra 7, o texto-base do projeto do novo Código Florestal. O texto analisado em plenário foi o finalizado pelo relator Jorge Viana (PT-AC), e já havia sido aprovado pela Comissão de Meio Ambiente do Senado no final de novembro. Na comissão de Constituição e Justiça, o relator foi o senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC).

A votação foi concluída por volta das 23h10, após a análise de emendas (mudanças) ao texto-base. Do total apresentado, 26 foram acatadas e 56 rejeitadas. O texto agora seguirá para a Câmara, onde precisará ser apreciado novamente, uma vez que recebeu mudanças no Senado. Depois, o texto será encaminhado para sanção da presidente da República, Dilma Rousseff.

Uma das emendas acatadas determina que a área de conservação obrigatória em estados com mais de 65% das suas áreas em reservas ambientais, poderão reduzir a reserva para 50%, como já previa o projeto, desde que tenha aprovação do Conselho Nacional do Meio Ambiente e dos estados.

…continue lendo.

Desmatamento na Amazônia cai 11% é o menor desde 1988

O Globo

O desmatamento na Amazônia nos 12 meses entre agosto de 2010 e julho de 2011 foi menor registrado desde 1988, quando o governo começou a monitorar a situação. O anúncio dos dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) foi feito na tarde desta segunda-feira pelos ministros Aloizio Mercadante (Ciência e Tecnologia) e Izabella Teixeira (Meio Ambiente), após reunião com a presidente Dilma Rousseff no Palácio do Planalto. No período analisado, o desmate atingiu 6.238 quilômetros quadrados, ante 7 mil nos 12 meses imediatamente anteriores, o que corresponde a uma queda de 11%.

- É uma grande vitória do Brasil apresentar a menor taxa desde 88, principalmente pela forma como começamos o ano. Havia um aumento em curso que foi detido – afirmou Mercadante , acrescentando que o motivo da queda foi o combate empreendido pelo governo : – A presidente parabenizou muito a equipe e disse que quer mais.

Houve diminuição do desmatamento em todos os estados da região, exceto em Mato Grosso (20% de aumento) e Rondônia, onde a área destruída dobrou. O primeiro já era alvo de força-tarefa do governo, que reforçou a fiscalização, desde que o sistema de alerta do governo apontou o avanço do desmate, com o uso do chamado correntão. A ministra Izabella Teixeira informou que o mesmo trabalho já está sendo feito em Rondônia. Ela afirmou que o objetivo do governo é transformar a Amazônia em uma área de absorção de carbono a partir de 2015.

O Pará teve a maior área desmatada (2.870 quilômetros quadrados), seguido de Mato Grosso (1126), Rondônia (869), Amazonas (526), Maranhão (365), Acre (271), Roraima (120), Amapá (51) e Tocantins (40).

Mutirão marca o Dia Mundial da Limpeza no Rio

Secovi Rio

O Dia Mundial da Limpeza (Clean Up the World), que tem atividades em 125 países, foi marcado no sábado 17/9, no Rio de Janeiro, por uma limpeza da areia na orla de Copacabana. Participaram cerca de 700 alunos, pais e coordenadores de escolas particulares da Zona Sul e de alunos do curso de formação de agentes ambientais da Comunidade do Borel, na Tijuca, Zona Norte da cidade.

 

Com o lema “Praia Não É Cinzeiro”, as ações deste ano estão concentradas na retirada de restos de cigarro da areia, que os estudantes colocaram em sacos plásticos. Segundo o secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, “a guimba é um microlixo que intoxica milhares de animais da fauna marinha”. No ano anterior, a campanha visou à retirada de sacos plásticos das praias, lagoas e dos rios. No total, foram recolhidos 600 milhões de unidades nas praias do Rio de Janeiro.

 

A população ainda não tem consciência dos danos provocados por objetos jogados nos rios, de acordo com o secretário Carlos Minc. Ele lembrou que, em uma limpeza feita nos rios Sarapuí e Iguaçu, na Baixada Fluminense, foram retirados 40 mil pneus de dentro d’água.

 

“As pessoas pensam que o rio é a lata de lixo, assim como o mar, como as lagoas. Tudo que você joga acaba voltando em cima de você, prejudicando a saúde, a alimentação. Então vamos fazer a nossa parte. Praia não é lixeira, praia não é cinzeiro”, destacou.

Linhaça reduz risco de morte por câncer de mama em 40%

O Globo

Pesquisadores alemães descobriram que os antioxidantes encontrados na linhaça matam células cancerosas e previnem tumores secundários ao interromper o crescimento de novos vasos sanguíneos. Uma vez no organismo, esses fitoestrogênios se ligam ao hormônio sexual feminino estrogênio, conhecido por proteger contra o câncer.

A pesquisa, publicada no “Journal of Clinical Oncology” analisou, por um período de três anos, amostras de sangue de mais de mil mulheres diagnosticadas com câncer de mama na pré-menopausa. Foram analisados níveis de enterolactona, que é o que os fitoestrogênios se tornam quando entram no intestino.

Resultados mostram que mulheres com níveis altos de enterolactona tiveram a mortalidade reduzida em dois quintos quando comparadas a mulheres com níveis mais baixos da substância.

A pesquisa dá ainda uma pista da razão pela qual as asiáticas são menos afetadas pelo câncer de mama: sua dieta rica em soja tem grande quantidade de outro tipo de fitoestrogênio, as isoflavonas.

Projeto de Lei quer proibir peles em eventos de moda

O eco

O uso de peles de animais pode parecer “fashion” para alguns, de mau gosto para outros, e até criminoso para terceiros. Este último grupo acaba de ganhar uma força do Congresso Nacional. O Projeto de Lei Nº 684/11, do deputado Weliton Prado (PT-MG), pretende tornar crime contra o meio ambiente a prática de ostentar peles de animais em eventos de moda.

 

De acordo com o texto da proposta, fica proibido o uso de peles de qualquer animal em eventos no Brasil. A pena prevista para o descumprimento da lei é de reclusão de um a três anos mais multa.

 

O que impressiona nesse comércio são os números, tanto do dinheiro envolvido, quanto do número de animais mortos para se fazer um único casaco de pele de comprimento médio.

 

Mundialmente, o comércio de peles movimenta um total de 1,6 bilhão de dólares por ano. Abaixo, seguem dados com o número de animais mortos para a confecção de um único casaco.

 

Veja o número de animais mortos por casaco, de acordo com a espécie:

Arminhos 125
Chinchilas 100
Martas-zibelinas 70
Martas-canadianas 50
Ratos-almiscarados 30
Coelhos 30
Guaxinins 27
Texugos 17
Coiotes 16
Lontras 14
Castores 9
Fonte: Projeto Esperança Animal (PEA) 

Segundo a ONG WSPA (Sociedade Mundial de Proteção Animal, na sigla em inglês), 100 milhões de animais são mortos todos os anos para a fabricação de vestimentas de grife.

Tramitação

O Projeto de Lei, que acrescenta artigo à Lei de Crimes Ambientais, foi aprovado com unanimidade pela Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados. Agora, será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) e passará pelo Plenário.

Pesquisa desvenda canção de amor feita por cauda de beija-flor

Um estudo na última edição da revista americana “Science” explica a delicada aerodinâmica por trás das canções de amor dos beija-flores – frequentemente produzidas com as penas da cauda dos bichos, e não com seus órgãos vocais.

 

A pesquisa liderada por Christopher Clark, da Universidade da Califórnia em Berkeley (EUA), colocou as penas de 14 espécies de beija-flor num túnel de vento, a mesma estrutura que serve para estudar a viabilidade de protótipos de aviões.

 

O experimento mostrou que as canções são produzidas quando o vento faz as penas dos bichos tremularem, mais ou menos como uma bandeira hasteada, fenômeno que pode ser perigoso para aviões, mas que as aves conseguem tirar de letra.

 

Penas vizinhas umas das outras podem produzir tons sonoros diferentes, gerando uma espécie de sinfonia, misturada à voz do animal. (Fonte: Reinaldo José Lopes/ Folha.com)

 

Alemães registram dia com recorde negativo de gelo marítimo no Ártico

A quantidade de gelo disponível na região do Ártico – no norte da Terra – chegou a 4,24 milhões de quilômetros quadrados no dia 8 de setembro de 2011, atingindo um recorde mínimo segundo medições feitas pela Universidade de Bremen, na Alemanha.

 

A marca anterior havia sido registrado em 17 de setembro de 2007, quando o derretimento causado – explicado pelos cientistas como uma consequência da ação humana no aquecimento global – deixou a região com apenas 4,27 milhões de quilômetros quadrados de gelo.

 

Medições do nível de gelo no mar local são realizadas desde 1972. Desde aquele ano, o recuo do gelo marítimo no Ártico já atingiu 50%. O montante de gelo no extremo norte do globo normalmente varia entre 15 milhões de quilômetros quadrados em março e 5 milhões em setembro, todos os anos.

 

O derretimento do gelo marítimo não pode aumentar o nível dos oceanos, mas os pesquisadores alertam para os efeitos do aquecimento nas camadas localizadas na Groelândia – este sim com chance de elevar a altura dos mares em até 7 metros.

 

Para os especialistas, o problema não está somente no fato da marca mínima ter sido atingida, mas também na tendência para a redução do gelo no local – algo que já dura 32 anos.

 

Períodos de insolação elevados durante o mês de julho já eram tidos pelos cientistas como prováveis causas para a redução do gelo no futuro. Há quem defenda que o gelo marítimo no Ártico possa desaparecer por completo daqui a 30 anos, com graves consequências para a Terra, apesar de abrir a oportunidade de exploração de petróleo na área desocupada pelo gelo.

 

A navegação foi possível pelas rotas Noroeste e Nordeste durante o ano de 2011 por conta da ausência de gelo – a última pode virar rota comercial já que permite a conexão entre os oceanos Pacífico e Atlântico. O degelo já havia deixado as passagens livres duas vezes desde 2008.

 

A temperatura no Ártico subiu duas vezes mais rápido que a média global nos últimos 50 anos. O ano de 2010 empatou com 2005 como o ano mais quente da história, desde que institutos começaram a fazer medições. Ainda que a agência norte-americana ainda reconheça o ano de 2005 como recordista, as Nações Unidas atestaram o empate. (Fonte: Globo Natureza)

Estrangeiros possuem 309 imóveis rurais no Amazonas, revela Incra

No Amazonas, cerca de 2,285 mil quilômetros quadrados de terras rurais estão sob detenção de estrangeiros. A área é equivalente ao município de Iranduba, que possui extensão de 2,21 mil quilômetros quadrados, ou a 228,5 mil campos de futebol.

Segundo o Sistema Nacional de Cadastro Rural (SNCR) do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), dados de janeiro de 2011, 309 imóveis rurais no Estado pertencem a pessoas físicas e jurídicas estrangeiras.

Na Região Norte, o Amazonas e o Pará são os Estados com a maior área de propriedades rurais pertencentes a estrangeiros. No Pará, cerca de 1.147 propriedades rurais que correspondem a uma área de 2,47 mil quilômetros quadrados são de pessoas de outros países.

Em toda a Região Norte, um total de 1.857 imóveis são de propriedade de estrangeiros e correspondem a uma área total de 6,57 mil quilômetros ou 657 mil campos de futebol.

O Mato Grosso é o Estado com a maior área pertencente a uma pessoa física ou empresa de fora do País, 8,9 mil quilômetros quadrados.

Regras

Desde agosto de 2010, o governo brasileiro adotou uma nova regra para estrangeiros que queiram investir em terras no Brasil por meio de empresa nacional. O estrangeiro que detenha capital de controle em uma empresa nacional deverá seguir as regras da Lei 5.709, registrando-se como estrangeiro.

Os estrangeiros residentes no Brasil, como pessoa física, podem comprar livremente, sem autorização do Incra, qualquer imóvel com área igual ou inferior a três Módulos de Exploração Indefinida (MEIs), desde que este imóvel não esteja localizado em faixa de fronteira nem seja segunda aquisição.

Modulo de Exploração Indefinida é uma unidade de medida, expressa em hectares, definida para cada imóvel rural inexplorado ou com exploração não definida, em função da Zona Típica de Módulo do Município onde se localiza o imóvel. Varia de 5 a 100 hectares.

Um módulo na capital do Amazonas corresponde a 10 hectares (ha), na Região Metropolitana de Manaus (RMM) equivale a 80 ha e no restante do Estado corresponde a 100 ha.

Acima de 3 até 50 módulos é preciso um assentimento do Incra, no caso da pessoa física. Entre 20 e 50 módulos, a autorização do Incra fica condicionada à apresentação de um projeto de exploração para o imóvel. Acima dos 50, se pessoa física, apenas com autorização especial do Congresso Nacional.

No caso de pessoa jurídica estrangeira, a autorização para compra de terra no Brasil, para qualquer tamanho de área, requer autorização do Incra sempre mediante projeto de exploração. Acima de 100, para pessoa jurídica, somente com anuência do Congresso Nacional.

Fonte: Redimob

Cana de açúcar pode ajudar a “esfriar” o planeta

Aqui no Brasil, produtos feitos da cana de açúcar são onipresentes. Desde o açúcar, a bebida mais popular do país, cachaça até o etanol, a planta já provou ser um recurso natural muito diverso, e agora, de acordo com uma nova pesquisa, ela pode fazer maravilhas para a saúde do planeta também.

Segundo o estudo, as plantações de cana de açúcar servem como escudos de calor que refletem as radiações solares enquanto emitem vapor da água durante o processo, efetivamente amenizando as temperaturas ao redor de onde estão plantadas.

Por todo o país, a cana de açúcar já ajudou de maneira significativa com a redução de emissões de carbono, por meio de seu biocombustível que corresponde a 25% de todo o combustível utilizado nos automóveis do país. E agora os pesquisadores descobriram, que mesmo antes da colheita, a plantação tem o poder de diminuir as temperaturas, ajudando a mitigar os efeitos do aquecimento global em escala local.

Scott Loarie, do Instituto Carnegie para ciência em Stanford, na California, junto com seus colegas utilizaram imagens e dados de satélite para monitorar os efeitos do cultivo da cana de açúcar no Brasil. O que eles descobriram foi que a temperatura das áreas de vegetação natural convertidas em plantação aumentou cerca de 1,6ºC, mas uma substituição por cana de açúcar na seqüência resfriou 0,9ºC da temperatura.

O grande potencial desta descoberta é temperado pela prática destrutiva utilizada por trás dela. Loarie alerta que se as áreas de vegetação nativa forem “limpadas” para dar lugar a plantações de cana de açúcar, qualquer efeito positivo será anulado, levando a um aquecimento geral, como em qualquer outro caso de desmatamento.

Em contraste aos combustíveis fósseis, os biocombustíveis produzidos de cana de açúcar oferecem esperança para um futuro energeticamente mais sustentável. E se cultivados de maneira responsável em larga escala, podem também ajudar a esfriar um pouco o planeta.

Fonte: Portal Ambiente Brasil

Ursos hibernam e acordam dentro de obra petrolífera

Nos Estados Unidos, na ilha de Spy, no Alasca, dois ursos polares- mãe e filhote – tomaram um susto ao acordar do seu período de hibernação: eles estavam no centro de um canteiro de obras da petrolífera italiana Eni.

Em outubro do ano passado, quando os animais entraram no período de hibernação, não havia nenhuma construção no local. As obras da petrolífera começaram, apenas, no início deste ano e, ao realizar o estudo da ilha, a empresa não detectou a toca dos ursos.

Ao notar a presença dos animais no local, a petrolífera entrou em contato com o Serviço de Pesca e Natureza dos Estados Unidos, que, a pedido do governo, suspendeu os trabalhos no local e enviou um biólogo para avaliar a situação dos animais.

Segundo o especialista, aparentemente, os ursos não sofreram nenhum trauma, mas pareciam bastante confusos com a situação – sobretudo o filhote, que ficou o tempo todo escondido atrás da mãe. Após alguns dias, os animais abandonaram o local, espontaneamente, e as obras da petrolífera foram retomadas, no habitat natural dos ursos.

Fonte: Planeta Sustentável

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