Há dois meses das eleições, os eleitores brasileiros passarão a contar com uma ferramenta para acompanhar as propostas e compromissos dos candidatos com as causas ambientais. A Fundação SOS Mata Atlântica lança hoje, 04, a Plataforma Ambiental para Brasil.
O lançamento acontece, previamente, na Câmara Federal, em Brasília, para os deputados que compõem a Frente Parlamentar Ambientalista. No dia 17, o lançamento ocorre na cidade de São Paulo.
“Os eleitores precisam cobrar de todos os candidatos uma atenção especial a uma agenda socioambiental que atenda as necessidades da população para o desenvolvimento sustentável do Brasil“, disse o diretor de Políticas Públicas da SOS Mata Atlântica, Mario Mantovani. “Este é o momento de cobrar atitudes concretas para a conservação ambiental e fazer cumprir a Constituição Federal Brasileira”, completou.
A plataforma é baseada nas determinações da Agenda 21, além da legislação ambiental, protocolos e tratados internacionais. São cinco agendas principais, segundo a ONG: Água e Saneamento, Incentivos Econômicos e Fiscais, Biodiversidade e Florestas, Mudanças Climáticas e Institucional.
Além da plataforma para o Brasil, foi elaborada uma específica para os estados da Mata Atlântica. Entre as sugestões da plataforma, está o debate e posicionamento dos candidatos em relação às obrigações do país em acordos internacionais, como a meta de redução de emissão de gases, por exemplo.
A campanha é aberta à participação da sociedade. Os eleitores estão sendo convocados a entregar o documento a seus candidatos pedindo o comprometimento deles. Em breve, um hotsite da campanha será lançado, facilitando essa comunicação. “Hoje as redes sociais também podem ser ferramentas que auxiliam na divulgação dessas iniciativas ou até o momento que um cidadão entregou a plataforma para um candidato. Mas o mais importante é refletir sobre o seu voto e acompanhar de perto a atuação de seu candidato, caso eleito. Só assim essas ferramentas serão realmente implantadas”, concluiu Mantovani.
*Com informações da ascom
Fonte: Ambiente Brasil
A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, afirmou hoje que o Brasil vai apoiar a definição de metas concretas na 10ª Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica (COP-10), em Nagoya, no Japão, em outubro. O objetivo da convenção é discutir propostas para o uso sustentável da biodiversidade no mundo, assim como a convenção de Copenhague (COP-15) discutiu o aquecimento global, no ano passado.
“Existe uma trauma. Depois de Copenhague, todo mundo que sedia uma COP procura um ponto para ter sucesso. E os japoneses consideram a definição de metas fundamental para isso”, disse a ministra. “O Brasil apoia a iniciativa, mas queremos saber quais são os mecanismos de financiamentos e os recursos”, ponderou. Segundo ela, “a soft law é inaceitável”, disse, em referência à uma possível apresentação de metas ambientais sem o compromisso formal para colocá-las em prática no prazo estabelecido.
A ministra defendeu que países do Hemisfério Norte financiem ações em prol da biodiversidade nos países do Hemisfério Sul. “Estamos falando de adicionalidade. Muitas vezes, são anunciados bilhões para esses projetos, mas a maior parte dos recursos se refere a tratados que já existiam antes. Temos que tomar cuidado com doações falsas e ‘ecomentiras’”.
Izabella Teixeira fez as considerações nesta manhã, em São Paulo, durante o lançamento do Movimento Empresarial pela Proteção e Uso Sustentável da Biodiversidade. O movimento é encabeçado por um grupo de empresas (Natura, Walmart, CPFL, Alcoa e Vale) e organizações sociais, como o Instituto Ethos, que esperam um papel de liderança do Brasil durante a COP-10 no Japão. O movimento iniciado hoje tentará mobilizar o setor empresarial para a construção de propostas sobre o tema a serem apresentadas ao governo em setembro, um mês antes da convenção em Nagoya.
“Reconhecemos que o Brasil exerce um papel de liderança e queremos consolidar essa posição”, disse Caio Magri, diretor de Políticas Públicas do Instituto Ethos. O presidente da instituição, Oded Grajew, também defende a liderança do País na convenção, mas admitiu à Agência Estado algumas fragilidades. “A liderança se constrói dando exemplo. E exemplos como o novo Código Florestal são nosso calcanhar-de-aquiles”, ponderou Grajew.
O novo Código Florestal foi aprovado em comissão especial da Câmara dos Deputados em julho e deve ser votado pelo Congresso depois das eleições. Entre outras medidas criticadas por ambientalistas, ele diminui de 30 para 15 metros a área de proteção mínima em margens de rios e abre possibilidade de anistia a quem desmatou até julho de 2008.
Temas da convenção
Entre os preparativos do governo brasileiro para a COP-10 está a negociação de um estande de cem metros quadrados no evento, na qual o País poderia divulgar suas iniciativas de preservação da biodiversidade. A ministra do Meio Ambiente adiantou os principais temas que serão discutidos na COP-10. Entre eles, está a definição do protocolo de ABS, que regula o acesso aos recursos genéticos da biodiversidade e a repartição de seus benefícios.
Também está na pauta a discussão sobre a necessidade de se criar um painel permanente que forneça estudos científicos, técnicas e socioeconômicas sobre a perda de biodiversidade no planeta, assim como já é feito com o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC).
Fonte: Portal G1
Se o tucano-toco tivesse evoluído na fria Irlanda, seu enorme bico teria sido muito menor. Pelo menos essa é a conclusão de um grupo de pesquisadores, que afirmam que troca de calor pode ser adicionada a dieta e atração sexual como importantes fatores responsáveis pelo tamanho do bico de pássaros.
No ano passado, Glenn Tattersall, da Universidade Brock, em Ontário, Canadá, descobriu que tucanos-toco perdem até 60% de sua temperatura corporal pelo bico.
Agora, Tattersall e Matthew Symonds, da Universidade de Melbourne, Austrália, compararam o tamanho do bico de 214 espécies de pássaros com as temperaturas mínimas anuais de seus habitats naturais. “De tucanos, a papagaios, a tetrazes, a pinguins, espécies de habitats mais frios têm bicos menores”, diz Symonds.
Eles isolaram a influência da temperatura ao estudar somente bicos de fêmeas e ao comparar espécies com dietas similares vivendo em climas diferentes.
A temperatura explicou 16% da variação no tamanho de bicos. Para gaivotas e pinguins, a temperatura explicou 66% e 43% da variação, respectivamente.
O estudo foi publicado no periódico “The American Naturalist”.
Fonte: Ambiente Brasil
A reforma do Código Florestal, em discussão na Câmara, opõe ruralistas e ambientalistas. O ramo agropecuário defende que a lei criada em 1965 engessa o crescimento do setor e precisa mudar. Ambientalistas, no entanto, defendem que não é necessária a abertura de novas áreas agricultáveis para um incremento na produção.
O projeto apresentado pelo relator Aldo Rebelo (PCdoB-SP) , aprovado nesta terça-feira (6) pela comissão especial que analisa a reforma do Código Florestal, irá a plenário provavelmente após as eleições, segundo o deputado.
O texto inclui dispositivos que agradam os ruralistas, como o que torna válido o porcentual de reserva legal (parte de uma propriedade que precisa ser conservada) vigente na época da compra ou da posse das terras. Na Amazônia, a reserva legal aumentou de 50% para 80% nas áreas de floresta em 2001. Muitos proprietários na região se encontram em situação irregular porque desmataram antes da mudança da regra.
O relator afirma que a intenção da mudança é legalizar 90% das propriedades rurais brasileiras, que estariam na ilegalidade. O texto prevê uma espécie de anistia para quem recebeu multas por desmatamento. A anistia ocorreria após a regularização da propriedade.
Nas pequenas propriedades, com área inferior a quatro módulos rurais (unidade que varia de tamanho de acordo com cada região), não será preciso recompor a área de reserva legal foi desmatada antes da lei, de acordo com o novo código. Em áreas maiores do que quatro módulos fiscais, a recomposição seria necessária apenas a partir do quinto módulo.
O texto de Aldo proíbe o desmatamento por cinco anos após a publicação da lei. Ele determina ainda a realização de um “censo” das florestas brasileiras. “O projeto zera o desmatamento, proíbe desmatar por cinco anos e preserva a flora nativa nas propriedades já existentes. Vamos fazer também um inventário e consolidar as áreas que já estão ocupadas pela agricultura”, disse o relator.
Aldo eliminou ainda a possibilidade de os estados reduzirem a área de proteção permanente nas margens dos rios. A mata ciliar poderia, pela proposta inicial, ser reduzida para até 7,5 metros nos rios mais estreitos, mas ficou em 15 metros – o que ainda assim representa a metade do que atualmente está previsto.
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Os plásticos têm inúmeras qualidades e utilidades que trazem praticidade a nossa vida. Apesar disso, uma vez descartados no ambiente podem causar sérios prejuízos a biota e ao ecossistema. Hoje em dia, os plásticos são considerados poluentes emergentes e constituem um problema global. Por este motivo, pesquisadores de todo o mundo tem se preocupado com este tema e diversos estudos sobre a poluição por plásticos tem sido desenvolvidos.
A ingestão de plásticos por animais marinhos, como tartarugas e aves, é um assunto em particular que tem chamado muito a atenção dos pesquisadores, devido aos danos causados a estes animais. Os efeitos físicos causados pela ingestão de plásticos são os mais conhecidos. Dentre eles pode-se citar o sufocamento por grandes peças de plástico, a obstrução do trato digestório e a diminuição do volume funcional do estômago, que podem causar, em pouco tempo, a morte do animal.
Outro problema associado à ingestão de plásticos que têm sido recentemente investigado é a transferência de poluentes orgânicos persistentes que encontram-se adsorvidos a superfície dos plásticos para os animais que os ingerem. Os plásticos adsorvem os poluentes presentes no ambiente e chegam a ter concentrações tão altas quanto as encontradas em diversos animais, e estão sendo utilizados para monitorar a poluição de diversos locais no mundo. Apesar de a alimentação ser a maior via de exposição de poluentes orgânicos persistentes para os animais marinhos, alguns trabalhos investigam a ingestão de plásticos como uma fonte adicional de contaminação. Os poluentes orgânicos persistentes são bastante conhecidos por seus efeitos tóxicos e além da sua grande persistência no ambiente, possuem alta afinidade aos tecidos animais. Os bifenilos policlorados (PCBs) e pesticidas organoclorados, como os DDTs, são exemplos de alguns poluentes orgânicos persistentes encontrados nos plásticos.
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O Monte Pascoal, na Bahia, é um dos símbolos do descobrimento do Brasil. Parte da área virou parque público na década de 60, mas ainda sofria muito com o desmatamento. Agora, um projeto de reflorestamento quer recuperar a mata nativa degradada e formar um corredor ecológico.
Nos viveiros, mudas de espécies nativas da Mata Atlântica são cultivadas até atingirem o tamanho ideal para o plantio. Enquanto recebem adubo, luz e água, o solo passa por um tratamento para futuramente voltar a abrigar uma floresta.
O objetivo de oito instituições que trabalham em parceria no projeto de restauração florestal é formar um corredor ecológico entre os parques de Monte Pascoal e Pau-Brasil. Produtores rurais se uniram à causa e formaram uma cooperativa. Fazendeiros aproveitaram os 20% de área que devem ser preservados, exigidos por lei, para contribuir com o projeto.
Especialistas e membros de organizações não governamentais oferecem treinamento e orientações técnicas. O projeto ainda pretende preservar pelo menos 200 árvores nativas da região, como o pau-brasil e o ipê, 14 espécies de pássaros e três espécies de primatas que estão correndo risco de extinção, além de gerar renda para a comunidade promovendo o desenvolvimento sustentável.
O corredor ecológico já conseguiu reconhecimento internacional por meio do Selo Internacional de Clima, Comunidade e Biodiversidade. “Com esse resgate, as condições de clima estão melhorando”, disse o engenheiro florestal Dilson Sena.
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A indústria da construção civil e a produção de móveis vem se adequando ao novo perfil do consumidor, mais ligado às relações de ecologia e meio ambiente. Neste aspecto observa-se que a oferta de madeira de florestas tropicais, especialmente da Amazônia, vem sofrendo forte declínio nos últimos tempos, justamente pelo fato de não ser vista como uma matéria prima sustentável, e seu consumo contribuir para aumentar a devastação da floresta.
Em outros países, especialmente na Europa, este grau de conscientização é maior, e isso limita produtos brasileiros destinados à exportação que não observam estes aspectos.
A opção que muitas indústrias estão encontrando é o uso de madeiras duras provenientes dos Estados Unidos, como carvalho, nogueira, e outras.
A indústria estadounidense de produtos de madeira se caracteriza por sua eficiência, sendo eficaz na hora de minimizar a geração de desperdício. Durante os últimos 50 anos, os Estados Unidos já aumentou em 39% a quantidade de madeira produzidos por cada m3 de madeira utilizada, de acordo com divulgação da AHEC. A aplicação das regras internacionalmente reconhecidas da entidade NHLA para a classificação de madeira serrada por qualidade, desenvolvidas há mais de 100 anos, tem realizado uma contribuição vital para minimizar o desperdício do setor de madeira dos Estados Unidos.
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Danielle Jordan / Ambientebrasil
A queda de árvores em ambientes urbanos foi avaliada em um estudo realizado na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, Esalq, da USP, em Piracicaba.
O biólogo, pesquisador do Instituto de Pesquisas Tecnológicas, IPT, do Estado de São Paulo, Sérgio Brazolin, identificou que a presença de fungos e cupins pode estar associada à queda das árvores.
Brazolin analisou árvores da espécie Tipuana tipu, presentes em ruas dos bairros Pacaembu, Sumaré, Jardins, Cerqueira César, Alto da Lapa, Alto da Boa Vista e Paraíso, nas Zonas Oeste e Sul de São Paulo. Cerca de 16% das 1.109 árvores estudadas estavam em estado de alerta máximo, ou seja, precisando de manejo para evitar riscos à população.
O risco de queda é avaliado a partir de dados como o estado de sanidade biológica, que indica a presença de pragas como fungos e cupins, a deterioração interna, as medidas, as condições do entorno, etc. Fatores externos também são levados em consideração, como presença de postes, pontos de ônibus e até como foi realizada a poda da copa.
Foi elaborado um roteiro com informações para que os responsáveis pelo manejo das árvores possam verificar a existência de problemas e dar prioridade às que necessitam de mais cuidados.
Nos casos de alerta máximo, em que o risco de queda é maior, são necessárias providências imediatas, de acordo com o pesquisador. “Deve-se realizar tratamento para eliminar cupins e uma poda na copa que reequilibre a árvore, buscando o seu centro de gravidade”, disse. “É preciso também tomar cuidado com a fiação elétrica nas proximidades e educar as pessoas para evitarem injúrias contra as raízes e o tronco”, completou.
Apenas em último caso a remoção é recomendada, quando a árvore se encontra no limite de resistência. “Acima de tudo, as autoridades devem avaliar o risco de queda para a população”, alertou Brazolin.
*Com informações da USP.
Fonte: Ambiente Brasil
Campala, 14 mai (EFE).- Uganda, Ruanda, Tanzânia e Etiópia assinaram hoje o chamado “Acordo de Entebbe” sobre a administração e utilização das águas do rio Nilo, apesar da ferrenha oposição do Egito e do Sudão, os maiores beneficiados dos tratados anteriores, que remontam à época colonial europeia.
Quênia, a República Democrática do Congo (RDC) e Burundi prometeram assinar mais adiante o novo tratado do Nilo.
Os estados da bacia do Alto Nilo se opõem aos acordos de 1926 e 1959 que deram mais poderes e vantagens ao Egito e Sudão sobre como são utilizadas as águas do rio.
O novo pacto representa, além disso, um desafio à dominação do Governo egípcio que exerce poderes de veto sobre este curso fluvial que poderes outorgados em 1929 por um tratado com o Reino Unido, a antiga potência colonial.
As autoridades do Cairo e Cartum, que segundo o acordo de 1959 controlam mais de 90% do fluxo do Nilo, se opõem a um novo tratado pois temem que sua provisão de água se veja reduzida em grande parte se os outros sete países desviarem parte do rio para seus próprios projetos de irrigação e geração de energia hidroelétrica.
A ministra de Água e Meio ambiente de Uganda, María Mutagamba, disse que os outros países da bacia do Nilo também assinarão o tratado rubricado hoje em Entebbe. O processo de ratificação do texto deve levar ainda um ano.
“Os estados ribeirinhos do Nilo inauguraram hoje, 14 de maio de 2010, o Acordo do Marco Cooperativo da Bacia do Nilo, cuja assinatura estará aberta por um ano até o dia 13 de maio de 2011″, disse a ministra.
O ministro de Águas egípcio, Mohammed Allam, reagiu no Cairo à assinatura do novo acordo dizendo que qualquer tratado sobre o Nilo que não conte com o apoio do Egito e do Sudão “não será vantajoso para nenhum país da bacia” e que seu país tomará todas as medidas legais e diplomáticas necessárias para defender seus direitos sobre as águas do rio.
Fonte: Portal G1
da France Presse, em Washington
As 17 principais economias do mundo, responsáveis pela maior parte das emissões de poluentes, se reunirão neste mês em Washington para discutir o clima, anunciou nesta quinta-feira (8) um alto funcionário americano.
Os representantes destes países, que respondem por 80% das emissões consideradas causadoras do aquecimento global, se reunirão na capital americana em 18 e 19 de abril, informou o funcionário, que pediu para que sua identidade seja preservada.
Eles tentarão relançar as negociações após a decepcionante conferência sobre o clima, celebrada em dezembro, em Copenhague.
Paralelamente, os representantes dos 194 países da Convenção da ONU sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC) se encontram entre esta sexta-feira (9) e domingo (11), em Bonn, Alemanha, pela primeira vez desde a reunião na Dinamarca.
Seu objetivo é fixar um calendário de trabalho sobre o clima e preparar a próxima conferência dedicada ao tema, prevista para dezembro, no México.
Negociado no apagar das luzes da COP-15, na capital dinamarquesa, o Acordo de Copenhague tem como objetivo limitar a elevação da temperatura do planeta a dois graus, mas se manteve evasivo sobre os meios de como conseguir isso.
Fonte: Folha Online