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Fenômenos naturais criam ‘pinturas e esculturas’ exóticas

Folha 

As imagens reunidas pela agência Caters expõem desde as vívidas cores de uma fonte de águas termais até uma formação rochosa que lembra uma escultura reproduzindo um elefante.

Todas estas ”obras” foram, na verdade, ”pintadas e esculpidas” pela natureza.

As fotos mostram belas estruturas formadas por fenômenos naturais ao longo de séculos ou até milhões de anos.

Muitas delas chegam a se parecer com paisagens de mundos imaginários, mas são estrutuas bem reais de nosso mundo, cujo formato exótico se deve tão somente ao toque da natureza.

Alguns destes fenômenos naturais ainda deixam cientistas perplexos e atraem visitantes que querem apreciar de perto as formas intricadas.

Veja as fotos

Desmatamento: queda histórica e retenção do número de outubro

O Ecco

Acaba de começar a COP18, conferência do clima que vai debater a continuação de Quioto. Ao mesmo tempo, hoje foi divulgado e comemorado pelo governo o menor desmatamento da história na Amazônia Legal desde que a região começou a ser monitorada pelo INPE, em 1988. Segundo estimativas do Prodes, foram desmatados 4.656 quilômetros quadrados de floresta no período que vai de agosto de 2011 a julho de 2012, uma queda de 27% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Estaria tudo muito bem, não fosse a disparada dos números dos últimos 3 meses. Os dados de hoje, do Prodes, são anuais e bastante precisos, mas refletem o passado. Desde agosto desse ano, os dois principais sistemas de alerta mensal de desmatamento na Amazônia, o Deter, do Inpe, e o SAD, do Imazon, mostram uma inflexão para cima do desmatamento. Mais que isso, apontam uma disparada.

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Dilma decide até o dia 17 destino do novo Código Florestal

Terra

A Medida Provisória (MP) 571 do Código Florestal vai ser sancionada pela presidente Dilma Rousseff até o dia 17 deste mês. Segundo informações obtidas pelo Sustentabilidade junto à Casa Civil, essa é a data limite – o prazo é de 15 dias úteis depois da chegada do texto à Casa Civil – estabelecida por lei para que a presidente Dilma Rousseff decida sobre o texto aprovado no Congresso.

De acordo com a Casa Civil, a MP tinha de ser aprovada pelo Congresso Nacional até o dia 8 de outubro, caso contrário perderia a validade. Com a aprovação, no dia 25 de setembro, o antigo texto segue valendo até o dia 17.

O texto aprovado pelo Congresso altera alguns artigos que foram vetados em junho pela presidente Dilma. Entre eles estão a possibilidade de computar a Área de Preservação Permanente (APP) no cálculo da reserva legal e mudanças referentes à recomposição da mata ciliar.

Pela proposta do governo, os agricultores e pecuaristas com propriedades de 4 a 10 módulos fiscais teriam de recompor 20 metros de APP em rios de mais de 10 metros de largura. O texto aprovado na Câmara reduziu o raio da APP para 15 metros em propriedades de 4 a 15 módulos fiscais.

Casas que produzem energia e não poluem são destaque em competição verde na Europa

Uol

Você pode achar difícil levar uma vida sustentável, mas há pelo menos 20 boas maneiras de se viver numa casa construída com materiais renováveis, que funcione 100% à base de energia solar e que devolva ao meio ambiente quase nenhum dos resíduos produzido por seus habitantes.

Equipes de estudantes e pesquisadores da Europa, da Ásia e do Brasil projetaram e ergueram residências com essas características durante a Solar Decathlon Europe, uma competição internacional em Madri com o objetivo de estimular o interesse do público e a inovação no mercado de residências sustentáveis. As casas ficaram abertas para visitação do público na “Vila Solar”, na capital espanhola, durante o mês de setembro.

“É interessante ver como cada time dá uma resposta diferente para problemas similares”, diz Bruna Mayer de Souza, coordenadora de comunicação do time brasileiro na Solar Decathlon Europe.

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Gases estufa diminuem pouco mesmo em recessão econômica

G1

As emissões dos gases que provocam o efeito estufa aumentam quando as economias se expandem, mas não caem tão rapidamente quando chega a recessão, talvez porque as pessoas estejam acostumadas com o estilo de vida dos bons tempos, mostrou um estudo.

O estudo, divulgado na revista “Nature Climate Change”, é um balde de água fria para muitos governos que acreditam que a recessão pode ao menos trazer o consolo de uma contração acentuada nas emissões dos gases do efeito estufa.

As emissões de dióxido de carbono, o principal gás do efeito estufa, aumentaram em média 0,73% para cada 1% de crescimento no produto interno bruto (PIB) per capita, segundo pesquisa de Richard York, da Universidade do Oregon. Mas as emissões caíram apenas 0,43% para cada ponto percentual de declínio no PIB per capita, ressaltou York, que usou estatísticas do Banco Mundial para mais de 150 países de 1960 a 2008.

York disse que a diferença pode ser explicada pela infraestrutura que surge durante épocas de crescimento econômico –novas casas, estradas ou fábricas– e que continua em uso durante a recessão.

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Conferência da biodiversidade inicia com apelo a financiamento

Ambiente Brasil

Uma grande conferência das Nações Unidas concebida para proteger os recursos naturais do planeta começou nesta segunda-feira (8) na Índia com apelos para assegurar que a biodiversidade não se torne uma vítima da crise financeira global.

Representantes de mais de 170 países se reúnem na cidade de Hyderabad nos próximos 12 dias em uma reunião de cúpula da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB), um dos tratados resultantes da Cúpula da Terra, realizada em 1992 no Rio de Janeiro.

Especialistas ambientais da ONU alertaram que o mundo tem apenas uma década para evitar uma extinção das espécies, que também representa uma ameaça à Humanidade. Mais de vinte anos depois da Rio-92, o secretário-executivo da CBD, o brasileiro Bráulio Ferreira de Souza Dias, admitiu que ainda é difícil convencer os governos a colocarem a biodiversidade no centro das agendas de desenvolvimento.

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MP do Código Florestal já recebeu quase 200 emendas

O Globo

Congresso retoma na terça discussão com a nomeação do relator da comissão especial mista

A discussão de um novo Código Florestal para o Brasil será retomada na terça-feira no Congresso, com a escolha do senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC) para assumir a relatoria na comissão especial mista destinada a analisar a viabilidade constitucional, jurídica e admissional da matéria. Até a meia-noite de domingo, quase 200 emendas já haviam sido apresentadas à medida provisória (MP) enviada ao Parlamento pela presidenta Dilma Rousseff a fim de recompor os vetos ao texto aprovado pelos congressistas. O futuro relator se mostra otimista e considera que já na comissão especial será possível construir um texto de consenso entre Senado e Câmara, apesar das divergências entre ambientalistas, ruralistas e governo.

Ele destacou que o alto número de emendas já apresentadas não representa problemas.

– Acredito muito na capacidade criativa dos parlamentares. Quem sabe por meio de uma dessas emendas a gente encontre motivo de superação das divergências – disse o parlamentar.

Para ele, os pontos “mais traumáticos” foram resolvidos quando o projeto de lei do Código Florestal tramitou no Senado e pela MP. Luiz Henrique ressaltou que a presidente Dilma Rousseff preservou, na medida provisória, a maior parte do texto aprovado pelos senadores o que, necessariamente não significa qualquer facilidade. Ao contrário, a matéria foi praticamente toda alterada pelos deputados quando retornou à Câmara para que fosse revista.

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Geração de energia solar bate recorde na Alemanha

 Casas alemãs recobertas de painéis solars, na região da Bavária. (foto: Johnathan Eric)

Casas alemãs recobertas de painéis solars, na região da Bavária. (foto: Johnathan Eric)

 

As usinas solares alemãs produziram um recorde mundial de 22 gigawatts de eletricidade – equivalente a 20 usinas nucleares funcionando a toda capacidade – durante o período próximo ao meio-dia na última sexta e sábado, 25 e 26 de maio. A afirmação é do diretor de um instituto de pesquisas sobre energia renovável.

O governo alemão decidiu abandonar a produção de energia nuclear após o desastre de Fukushima no ano passado, fechando 8 usinas de imediato e com planos de fechar as 9 restantes até 2022. Elas serão substituídas por fontes de energia renováveis tais como vento, solar e de biomassa.

Norbert Allnoch, diretor do Instituto das Indústrias de Energia Renovável de Muenster, disse que os 22 gigawatts que alimentaram o grid, no último sábado, ficaram próximos de suprir 50% da energia demandada no meio do dia. “Nunca antes, em qualquer lugar, um país produziu tanta eletricidade fotovoltaica”, contou à agência Reuters. “A Alemanha chegou perto da marca de 20 gigawatts algumas vezes nas últimas semanas, mas foi a primeira vez que a ultrapassamos”.

A quantidade recorde de energia solar mostra que uma das nações líderes em produção industrial foi capaz de produzir um terço de suas necessidades de eletricidade em um dia de semana, a sexta, e quase metade no sábado, quando as fábricas e escritórios estão fechados.

Normas governamentais que apoiam às renováveis ajudaram a Alemanha a se tornar um dos líderes mundiais no setor e o país consegue, através dessas fontes, produzir por ano cerca de 20% da eletricidade que usa.

A capacidade de geração solar instalada na Alemanha é quase igual a que o resto do mundo todo possui em conjunto. A solar produz o suficiente para 4% do consumo anual de energia elétrica local. Até 2020, o objetivo é cortar em 40% as emissões de gases do efeito estufa, comparadas àquelas de 1990.

Há críticos que duvidam da confiança que se pode colocar nas energias renováveis e da capacidade que tenham de prover as principais nações industriais. Mas a líder do país, Angela Merkel, disse que a Alemanha está ávida para mostrar que isto é possível.

O salto acima do nível de 20 gigawatts foi resultado do aumento de capacidade e do sol brilhando por todo o território alemão. A cifra de 22 gigawatts é bem maior do que os 14 gigawatts do ano passado. A Alemanha adicionou 7,5 gigawatts de capacidade para 2012 e, no primeiro trimestre, outros 1,8 gigawatts somando um total de 26 gigawatts disponíveis.

“Isso mostra que a Alemanha é capaz de atender a um bom pedaço das suas necessidades de eletricidade através da energia solar”, disse Allnoch. “Também mostra que a Alemanha pode funcionar com menos usinas que utilizam carvão, gás e energia nuclear”. Allnoch afirmou que os dados vieram da Bolsa de Energia Europeia (European Energy Exchange), baseada em Leipzig.

Entretanto, os incentivos resultantes das tarifas feed-in (que subsidiam as renováveis) impostas pelo governo são controversos. Esse tipo de tarifa é o maior estímulo à indústria até que o preço da fotovoltaica caia a níveis similares aos cobrados pela produção de energia convencional.

As distribuidoras de eletricidade e grupos de consumidores reclamam que as tarifas feed-in para a energia solar adicionam cerca de 2 centavos de euro por quilowatt/hora ao preços de eletricidade alemão, já entre os maiores do mundo, que acaba chegando aos consumidores por 23 centavos por quilowatt/hora. Os consumidores do país pagam em torno de 4 bilhões de euros por ano a mais nas suas contas de eletricidade para usar energia solar, de acordo com um relatório de 2012 do ministério do meio ambiente alemão.

Os críticos também se queixam da instabilidade causada pelo crescimento da energia solar, devido à flutuação da sua produção. O governo de centro-direita liderado por Merkel tem se esforçado para acelerar os cortes nas tarifas Feed-in, as quais têm sido reduzidas entre 15% e 30% por ano.

Fonte: O Eco

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Mais uma vez: três empresas brasileiras na lista das TOP 100 em sustentabilidade

Por Ricardo Voltolini – Acaba de sair do forno, ainda quentinha, uma nova lista das 100 empresas mais sustentáveis do mundo, realizada pela Corporate Knigths, revista de sustentabilidade baseada em Toronto, no Canadá. Em sua sétima edição, este ranking – que já se tornou um dos mais aguardados – inclui mais uma vez três empresas brasileiras: a Natura (na posição 66), a Petrobras (88) e o Bradesco (91).

Como de praxe, listas deste tipo representam polêmica certa. Quem está nele comemora como quem recebe um Oscar, festeja com os funcionários e alardeia a conquista aos quatro ventos. Quem fica de fora diminui a importância do fato, questiona os critérios e, muitas vezes, até a idoneidade do realizador.

Goste-se ou não, o ranking Top 100 da Corporate Kignigths cumpre bem o único papel que consigo enxergar em listas e prêmios em geral: o de emulação. Não de egos, mas de práticas. Um ranking de empresas, seja para o que for, só é útil à humanidade se, de fato, as induz a melhorarem suas práticas, a ampliarem horizontes e patamares de aspiração. Do contrário, resume-se a ação promocional estratégica para engordar os cofres dos promotores. Na visão do editor da Corporate Knigths, Tony Heaps, o listão de sua revista quer sobretudo “mostrar que a sustentabilidade faz bem para o negócio”. Acho que consegue.

Para chegar ao TOP 100, a CK contratou uma empresa de pesquisa a quem coube, com base em análise de desempenho financeiro e outros critérios, reduzir o universo de 3 mil para 300 companhias. Em seguida, duas outras empresas foram chamadas a apoiar a seleção da revista, utilizando um conjunto de 10 indicadores ambientais (entre os quais uso de energia e destinação de resíduos), sociais e de governança. O critério “transparência” passou a constar do roteiro a partir desta última edição do ranking – empresas que não responderam a todos os dez indicadores ficaram com pontuação nula ou baixa nesse quesito.

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“O aquecimento Global é uma mentira “afirma o climatólogo Ricardo Auusto Felicio

O programa do Jô do dia 02-05-2012 foi sobre mudanças climáticas, o tema foi o Aquecimento Global, o entrevistado é um climatólogo professor da USP,Ricardo Augusto Felicio, que afirma:”O aquecimento global é uma mentira”.

Segue o vídeo com toda a entrevista:

 

http://www.youtube.com/watch?gl=BR&hl=pt&v=winWWplmyMk

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