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Ansioso, o Japão se prepara para a vida sem energia nuclear

 Nesse sábado, 05 de maio, os 54 reatores nucleares japoneses estarão parados, talvez para sempre. Foto: Wikimedia

Nesse sábado, 05 de maio, os 54 reatores nucleares japoneses estarão parados, talvez para sempre. Foto: Wikimedia

Esse fim de semana o Japão começará um experimento ambicioso de uso de energia que ninguém pensava possível — até que a usina de Fukushima Daiichi sofreu um triplo super aquecimento, faz apenas um ano. No sábado, quando a companhia de eletricidade Hokkaido fechar para manutenção o reator número 3 da usina de Tomari, a terceira maior economia do mundo não terá reatores nucleares funcionando pela primeira vez em quase 50 anos.

O fechamento do último dos 54 reatores japoneses marca uma mudança dramática na política energética, porém enquanto os ativistas se preparam para celebrar, o apagão nuclear nacional chega ligado a riscos econômicos e ambientais expressivos.

A crise de Fukushima detonada pelo letal terremoto e tsunami forçou o Japão a repensar profundamente sua relação com a energia atômica.

O fechamento de Tomari vem quando o Japão se prepara para um longo e úmido verão que levará dezenas de milhões de pessoas a buscar o controle dos seus aparelhos de ar-condicionado, aumentando o perigo de falhas no fornecimento de energia e mais danos para as indústrias, que ainda se recuperam do terremoto.

Em um relatório publicado essa semana, a agência nacional de políticas públicas do governo projetou uma escassez de 5% de energia em Tóquio, enquanto as próprias empresas de energia preveem uma carência de 16% de energia na região oeste do Japão, onde está Osaka, uma das suas maiores cidades industriais.

“Eu tenho que dizer, nós enfrentaremos um grave risco de falta de eletricidade”, disse Yukio Edano, ministro da economia, comércio e indústria. Ele acrescentou que o custo extra de importação de combustível para uso nas usinas termoelétricas poderá ser repassado aos consumidores através de contas de luz mais caras.

Antes do desastre de 11 de março de 2011, o Japão dependia da energia nuclear para suprir 30% da sua eletricidade, e havia planos para aumentar essa participação para mais de 50% até 2030, com a construção de novos reatores.

Com o acidente, o lançamento de imensas quantidades de radiação no ar e no mar, a contaminação da comida e das fontes de água e a evacuação de dezenas de milhares de residentes demoliram a visão de um futuro dominado por energia nuclear e baixas emissões de carbono.

Nos últimos 14 meses, dúzias de reatores nucleares não diretamente afetados pelo tsunami foram desligados para se submeterem à testes de segurança e manutenção rotineira. Enquanto isso, as distribuidoras buscaram usinas movidas a carvão, óleo e gás para manter o fornecimento de eletricidade para a indústria e os lares. As importações desses insumos contribuíram para gerar, no ano passado, o primeiro déficit comercial do Japão em mais de 3 décadas.

O Japão, que já é o maior importador mundial de gás natural liquefeito, comprou quantidades recorde no ano passado para substituir a energia nuclear. A agência internacional de energia estima que o fechamento de todas as usinas nucleares aumentará a demanda japonesa por petróleo para 4,5 milhões de barris/dia, com um custo adicional em torno de 100 milhões de dólares por dia.

As últimas investidas de Yoshihiko Noda, primeiro ministro, de obter apoio para um reinício precoce de 2 reatores da Usina Oi, no oeste do Japão, falharam em meio a uma oposição pública cada vez mais dura contra a energia nuclear.

Nenhum dos reatores ociosos do Japão terá permissão de ser reiniciado até que passem por rigorosos “testes de estresse” — simulações planejadas para testar a capacidade de resistir a eventos catastróficos como o tsunami de 14 metros de altura que nocauteou o sistema reserva de energia da usina de Fukushima Daiichi, e disparou o pior acidente nuclear mundial desde Chernobyl.

Enquanto há especialistas que criticaram os testes de estresse duplos, a volta imediata, mesmo a uma produção limitada, da energia nuclear parece impossível.

Pela lei, a aprovação da população local não é necessária para o reinício. Mas Noda não está inclinado a correr o risco de um colapso político causado por ignorar a opinião local: em uma pesquisa recente, feita pelo Noticiário Kyodo, 59,5% se opunham ao recomeço das operações da usina nuclear Oi, na região administrativa de Fukui, enquanto 26,7% apoiavam a medida.

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Rio+20: Desperdício de água só vai acabar com punição, diz biólogo

Ambiente Brasil

Há pouco mais de dois meses, na ocasião da abertura do Fórum Mundial da Água, em Marselha, na França, o primeiro-ministro Francês François Fillon declarou que chegou o momento do planeta aplicar “velocidade de cruzeiro” para o que chamou de “nova revolução industrial”.

Às vésperas de receber a Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, o Rio de Janeiro, bem como diversas outras cidades brasileiras, ainda sofre com o desperdício e a falta de consciência acerca do bem natural indispensável à vida humana. E, de acordo com o biólogo marinho Marcelo Szpilman, autor de diversos livros da área e diretor do Instituto Ecológico Aqualung, além de membro de grupo de trabalho da conferência que ocorrerá em junho na capital fluminense, somente com punições severas é que a ordem coletiva se estabelecerá no País que concentra 12% da água potável do planeta.

“Existe uma verdade: você não vai conseguir que todas as pessoas tenham consciência ecológica. Para você colocar a pessoa nessa trilha, é punição. Desembolsar é punição. Na Alemanha, a água é cara. A pessoa urina e só vai puxar a descarga na terceira ou quarta vez. Para isso, eles têm uma substância que quebra o cheiro desagradável da ureia. Porque é caro. Esse é o caminho”, explica Szpilman, em entrevista exclusiva ao Terra.

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Hora do Planeta chega ao fim com recorde de adesões

WWF

Sydney, Austrália – A Hora do Planeta completou uma jornada recorde e atravessou mais de 6.525 cidades e municípios em 150 países e territórios – o que indica o maior crescimento da participação desde 2009, nesse que é o maior ato voluntário em prol do meio ambiente.

No momento em que a Hora do Planeta cruzou o Atlântico e alcançou as Américas, desde o Canadá até o Chile a excitação gerada pelo movimento começou a crescer em todo o continente americano. As chamadas para o evento na mídia social continuaram e personalidades como Yoko Ono, Gisele Bundchen e Gael Garcia Bernal tuitaram sua participação.

No total, 580 monumentos tiveram suas luzes apagadas em 133 cidades brasileiras. Entre eles, a famosa estátua do Cristo Redentor, que adquiriu um significado especial por estar mais próxima de áreas chaves que são verdadeiros ícones ambientais do Brasil.

Na Colômbia, a emissora de TV TeleMedellin desligou a transmissão de sua programação durante uma hora e o presidente Juan Manuel Santos não só concordou em deixar às escuras o Palácio Presidencial em Bogotá como também utilizou sua conta particular no Twitter para pressionar os colombianos a aderir ao evento.

A embaixadora latino-americana, modelo colombiana e apresentadora de TV Claudia Bahamon irá viver sem eletricidade durante uma semana, depois que 500 pessoas aceitaram o desafio “Eu farei se você fizer” lançado por ela pelo YouTube.

Na Argentina, 30 cidades aderiram à iniciativa e 5 mil compareceram ao evento de reciclagem promovido em Buenos Aires pelo prefeito Mauricio Macri.

No México, as comemorações aconteceram junto ao Monumento da Revolução.

No Peru o evento da Hora do Planeta foi realizado em Machu Picchu, cidade que é patrimônio da humanidade e que abriga uma das sete novas maravilhas do mundo. As luzes foram todas desligadas.

No Canadá, 441 cidades participaram da Hora do Planeta deste ano e o destaque foi o apagar das luzes nas Cataratas do Niágara. As luzes também foram reduzidas na Torre CN, que é um ícone do skyline de Toronto e o prédio mais alto em todo o Hemisfério Ocidental. Ainda em Toronto, foi realizado um concerto no Distrito da Destilaria, onde o cantor e compositor Andrew Huang apresentou um hino à Hora do Planeta, cuja letra foi escrita a várias mãos, com contribuições enviadas pelo Facebook por meio de um mecanismo de crowd sourcing.

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Supermercado norte americano não venderá mais peixe “insustentável”

Folha Ambiente

A rede de supermercados americana Whole Foods anunciou que irá parar de vender peixes e frutos do mar capturados de forma insustentável.

A medida terá início a partir do dia 22 de abril, no Dia da Terra. A gigante dos supermercados orgânicos seguirá uma lista de indicação de espécies ameaçadas criada pelo Blue Ocean Institute (Instituto Oceano Azul), organização do Aquário da Baía de Monterey, na Califórnia.

Na relação, as espécies são classificadas em uma paleta de cores. A cor vermelha indica animais em perigo, sejam envolvidos em capturas acidentais (bycatch, em inglês), que vivam em regiões já exauridas pela sobrepesca ou que apresentam métodos de cultivo prejudiciais para o ambiente.

Alguns dos frutos do mar classificados com essa cor e que não serão mais encontrados nas prateleiras do supermercado serão os polvos, o alabote-do-atlântico e o bacalhau-do-atlântico, este último normalmente capturado por redes de arrasto, uma forma de pesca predatória que pode destruir habitats. Como alternativas, a empresa vai oferecer bacalhau capturado com varas de pescar e alabote-do-pacífico.

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Aterro do Flamengo sediará reunião das ONGs durante a Rio+20

Folha Ambiente

A Cúpula dos Povos, encontro de ONGs que será realizado paralelamente à Rio+20, será realizada no Aterro do Flamengo, confirmou hoje o Comitê Facilitador da Sociedade Civil para a Rio+20. O local é o mesmo que abrigou o Fórum Global, histórico encontro que reuniu mais de 17 mil ativistas durante a Eco-92, há 20 anos. Desta vez, são esperadas mais de 30 mil participantes para a reunião das ONGs, de 15 a 23 de junho.

De acordo com Carlos Henrique Painel, do Comitê Facilitador, a decisão atende à reivindicação das redes, organizações e movimentos sociais que participarão do encontro, que queriam resgatar o simbolismo do Aterro do Flamengo.

“Nas últimas semanas, as ONGs vinham negociando a utilização do Aterro do Flamengo com a Prefeitura do Rio, mas o principal nó das negociações era encontrar um local para alojar cerca de 10 mil pessoas que devem ficar acampadas durante a realização do evento”, diz Painel.

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Senado aprova novo Código Florestal

G1

Depois de mais de seis horas de discussão, o plenário do Senado aprovou, por 59 votos contra 7, o texto-base do projeto do novo Código Florestal. O texto analisado em plenário foi o finalizado pelo relator Jorge Viana (PT-AC), e já havia sido aprovado pela Comissão de Meio Ambiente do Senado no final de novembro. Na comissão de Constituição e Justiça, o relator foi o senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC).

A votação foi concluída por volta das 23h10, após a análise de emendas (mudanças) ao texto-base. Do total apresentado, 26 foram acatadas e 56 rejeitadas. O texto agora seguirá para a Câmara, onde precisará ser apreciado novamente, uma vez que recebeu mudanças no Senado. Depois, o texto será encaminhado para sanção da presidente da República, Dilma Rousseff.

Uma das emendas acatadas determina que a área de conservação obrigatória em estados com mais de 65% das suas áreas em reservas ambientais, poderão reduzir a reserva para 50%, como já previa o projeto, desde que tenha aprovação do Conselho Nacional do Meio Ambiente e dos estados.

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Desmatamento na Amazônia cai 11% é o menor desde 1988

O Globo

O desmatamento na Amazônia nos 12 meses entre agosto de 2010 e julho de 2011 foi menor registrado desde 1988, quando o governo começou a monitorar a situação. O anúncio dos dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) foi feito na tarde desta segunda-feira pelos ministros Aloizio Mercadante (Ciência e Tecnologia) e Izabella Teixeira (Meio Ambiente), após reunião com a presidente Dilma Rousseff no Palácio do Planalto. No período analisado, o desmate atingiu 6.238 quilômetros quadrados, ante 7 mil nos 12 meses imediatamente anteriores, o que corresponde a uma queda de 11%.

– É uma grande vitória do Brasil apresentar a menor taxa desde 88, principalmente pela forma como começamos o ano. Havia um aumento em curso que foi detido – afirmou Mercadante , acrescentando que o motivo da queda foi o combate empreendido pelo governo : – A presidente parabenizou muito a equipe e disse que quer mais.

Houve diminuição do desmatamento em todos os estados da região, exceto em Mato Grosso (20% de aumento) e Rondônia, onde a área destruída dobrou. O primeiro já era alvo de força-tarefa do governo, que reforçou a fiscalização, desde que o sistema de alerta do governo apontou o avanço do desmate, com o uso do chamado correntão. A ministra Izabella Teixeira informou que o mesmo trabalho já está sendo feito em Rondônia. Ela afirmou que o objetivo do governo é transformar a Amazônia em uma área de absorção de carbono a partir de 2015.

O Pará teve a maior área desmatada (2.870 quilômetros quadrados), seguido de Mato Grosso (1126), Rondônia (869), Amazonas (526), Maranhão (365), Acre (271), Roraima (120), Amapá (51) e Tocantins (40).

Mutirão marca o Dia Mundial da Limpeza no Rio

Secovi Rio

O Dia Mundial da Limpeza (Clean Up the World), que tem atividades em 125 países, foi marcado no sábado 17/9, no Rio de Janeiro, por uma limpeza da areia na orla de Copacabana. Participaram cerca de 700 alunos, pais e coordenadores de escolas particulares da Zona Sul e de alunos do curso de formação de agentes ambientais da Comunidade do Borel, na Tijuca, Zona Norte da cidade.

 

Com o lema “Praia Não É Cinzeiro”, as ações deste ano estão concentradas na retirada de restos de cigarro da areia, que os estudantes colocaram em sacos plásticos. Segundo o secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, “a guimba é um microlixo que intoxica milhares de animais da fauna marinha”. No ano anterior, a campanha visou à retirada de sacos plásticos das praias, lagoas e dos rios. No total, foram recolhidos 600 milhões de unidades nas praias do Rio de Janeiro.

 

A população ainda não tem consciência dos danos provocados por objetos jogados nos rios, de acordo com o secretário Carlos Minc. Ele lembrou que, em uma limpeza feita nos rios Sarapuí e Iguaçu, na Baixada Fluminense, foram retirados 40 mil pneus de dentro d’água.

 

“As pessoas pensam que o rio é a lata de lixo, assim como o mar, como as lagoas. Tudo que você joga acaba voltando em cima de você, prejudicando a saúde, a alimentação. Então vamos fazer a nossa parte. Praia não é lixeira, praia não é cinzeiro”, destacou.

Linhaça reduz risco de morte por câncer de mama em 40%

O Globo

Pesquisadores alemães descobriram que os antioxidantes encontrados na linhaça matam células cancerosas e previnem tumores secundários ao interromper o crescimento de novos vasos sanguíneos. Uma vez no organismo, esses fitoestrogênios se ligam ao hormônio sexual feminino estrogênio, conhecido por proteger contra o câncer.

A pesquisa, publicada no “Journal of Clinical Oncology” analisou, por um período de três anos, amostras de sangue de mais de mil mulheres diagnosticadas com câncer de mama na pré-menopausa. Foram analisados níveis de enterolactona, que é o que os fitoestrogênios se tornam quando entram no intestino.

Resultados mostram que mulheres com níveis altos de enterolactona tiveram a mortalidade reduzida em dois quintos quando comparadas a mulheres com níveis mais baixos da substância.

A pesquisa dá ainda uma pista da razão pela qual as asiáticas são menos afetadas pelo câncer de mama: sua dieta rica em soja tem grande quantidade de outro tipo de fitoestrogênio, as isoflavonas.

Projeto de Lei quer proibir peles em eventos de moda

O eco

O uso de peles de animais pode parecer “fashion” para alguns, de mau gosto para outros, e até criminoso para terceiros. Este último grupo acaba de ganhar uma força do Congresso Nacional. O Projeto de Lei Nº 684/11, do deputado Weliton Prado (PT-MG), pretende tornar crime contra o meio ambiente a prática de ostentar peles de animais em eventos de moda.

 

De acordo com o texto da proposta, fica proibido o uso de peles de qualquer animal em eventos no Brasil. A pena prevista para o descumprimento da lei é de reclusão de um a três anos mais multa.

 

O que impressiona nesse comércio são os números, tanto do dinheiro envolvido, quanto do número de animais mortos para se fazer um único casaco de pele de comprimento médio.

 

Mundialmente, o comércio de peles movimenta um total de 1,6 bilhão de dólares por ano. Abaixo, seguem dados com o número de animais mortos para a confecção de um único casaco.

 

Veja o número de animais mortos por casaco, de acordo com a espécie:

Arminhos 125
Chinchilas 100
Martas-zibelinas 70
Martas-canadianas 50
Ratos-almiscarados 30
Coelhos 30
Guaxinins 27
Texugos 17
Coiotes 16
Lontras 14
Castores 9
Fonte: Projeto Esperança Animal (PEA) 

Segundo a ONG WSPA (Sociedade Mundial de Proteção Animal, na sigla em inglês), 100 milhões de animais são mortos todos os anos para a fabricação de vestimentas de grife.

Tramitação

O Projeto de Lei, que acrescenta artigo à Lei de Crimes Ambientais, foi aprovado com unanimidade pela Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados. Agora, será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) e passará pelo Plenário.

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