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Pesquisa desvenda canção de amor feita por cauda de beija-flor

Um estudo na última edição da revista americana “Science” explica a delicada aerodinâmica por trás das canções de amor dos beija-flores – frequentemente produzidas com as penas da cauda dos bichos, e não com seus órgãos vocais.

 

A pesquisa liderada por Christopher Clark, da Universidade da Califórnia em Berkeley (EUA), colocou as penas de 14 espécies de beija-flor num túnel de vento, a mesma estrutura que serve para estudar a viabilidade de protótipos de aviões.

 

O experimento mostrou que as canções são produzidas quando o vento faz as penas dos bichos tremularem, mais ou menos como uma bandeira hasteada, fenômeno que pode ser perigoso para aviões, mas que as aves conseguem tirar de letra.

 

Penas vizinhas umas das outras podem produzir tons sonoros diferentes, gerando uma espécie de sinfonia, misturada à voz do animal. (Fonte: Reinaldo José Lopes/ Folha.com)

 

Alemães registram dia com recorde negativo de gelo marítimo no Ártico

A quantidade de gelo disponível na região do Ártico – no norte da Terra – chegou a 4,24 milhões de quilômetros quadrados no dia 8 de setembro de 2011, atingindo um recorde mínimo segundo medições feitas pela Universidade de Bremen, na Alemanha.

 

A marca anterior havia sido registrado em 17 de setembro de 2007, quando o derretimento causado – explicado pelos cientistas como uma consequência da ação humana no aquecimento global – deixou a região com apenas 4,27 milhões de quilômetros quadrados de gelo.

 

Medições do nível de gelo no mar local são realizadas desde 1972. Desde aquele ano, o recuo do gelo marítimo no Ártico já atingiu 50%. O montante de gelo no extremo norte do globo normalmente varia entre 15 milhões de quilômetros quadrados em março e 5 milhões em setembro, todos os anos.

 

O derretimento do gelo marítimo não pode aumentar o nível dos oceanos, mas os pesquisadores alertam para os efeitos do aquecimento nas camadas localizadas na Groelândia – este sim com chance de elevar a altura dos mares em até 7 metros.

 

Para os especialistas, o problema não está somente no fato da marca mínima ter sido atingida, mas também na tendência para a redução do gelo no local – algo que já dura 32 anos.

 

Períodos de insolação elevados durante o mês de julho já eram tidos pelos cientistas como prováveis causas para a redução do gelo no futuro. Há quem defenda que o gelo marítimo no Ártico possa desaparecer por completo daqui a 30 anos, com graves consequências para a Terra, apesar de abrir a oportunidade de exploração de petróleo na área desocupada pelo gelo.

 

A navegação foi possível pelas rotas Noroeste e Nordeste durante o ano de 2011 por conta da ausência de gelo – a última pode virar rota comercial já que permite a conexão entre os oceanos Pacífico e Atlântico. O degelo já havia deixado as passagens livres duas vezes desde 2008.

 

A temperatura no Ártico subiu duas vezes mais rápido que a média global nos últimos 50 anos. O ano de 2010 empatou com 2005 como o ano mais quente da história, desde que institutos começaram a fazer medições. Ainda que a agência norte-americana ainda reconheça o ano de 2005 como recordista, as Nações Unidas atestaram o empate. (Fonte: Globo Natureza)

Estrangeiros possuem 309 imóveis rurais no Amazonas, revela Incra

No Amazonas, cerca de 2,285 mil quilômetros quadrados de terras rurais estão sob detenção de estrangeiros. A área é equivalente ao município de Iranduba, que possui extensão de 2,21 mil quilômetros quadrados, ou a 228,5 mil campos de futebol.

Segundo o Sistema Nacional de Cadastro Rural (SNCR) do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), dados de janeiro de 2011, 309 imóveis rurais no Estado pertencem a pessoas físicas e jurídicas estrangeiras.

Na Região Norte, o Amazonas e o Pará são os Estados com a maior área de propriedades rurais pertencentes a estrangeiros. No Pará, cerca de 1.147 propriedades rurais que correspondem a uma área de 2,47 mil quilômetros quadrados são de pessoas de outros países.

Em toda a Região Norte, um total de 1.857 imóveis são de propriedade de estrangeiros e correspondem a uma área total de 6,57 mil quilômetros ou 657 mil campos de futebol.

O Mato Grosso é o Estado com a maior área pertencente a uma pessoa física ou empresa de fora do País, 8,9 mil quilômetros quadrados.

Regras

Desde agosto de 2010, o governo brasileiro adotou uma nova regra para estrangeiros que queiram investir em terras no Brasil por meio de empresa nacional. O estrangeiro que detenha capital de controle em uma empresa nacional deverá seguir as regras da Lei 5.709, registrando-se como estrangeiro.

Os estrangeiros residentes no Brasil, como pessoa física, podem comprar livremente, sem autorização do Incra, qualquer imóvel com área igual ou inferior a três Módulos de Exploração Indefinida (MEIs), desde que este imóvel não esteja localizado em faixa de fronteira nem seja segunda aquisição.

Modulo de Exploração Indefinida é uma unidade de medida, expressa em hectares, definida para cada imóvel rural inexplorado ou com exploração não definida, em função da Zona Típica de Módulo do Município onde se localiza o imóvel. Varia de 5 a 100 hectares.

Um módulo na capital do Amazonas corresponde a 10 hectares (ha), na Região Metropolitana de Manaus (RMM) equivale a 80 ha e no restante do Estado corresponde a 100 ha.

Acima de 3 até 50 módulos é preciso um assentimento do Incra, no caso da pessoa física. Entre 20 e 50 módulos, a autorização do Incra fica condicionada à apresentação de um projeto de exploração para o imóvel. Acima dos 50, se pessoa física, apenas com autorização especial do Congresso Nacional.

No caso de pessoa jurídica estrangeira, a autorização para compra de terra no Brasil, para qualquer tamanho de área, requer autorização do Incra sempre mediante projeto de exploração. Acima de 100, para pessoa jurídica, somente com anuência do Congresso Nacional.

Fonte: Redimob

Cana de açúcar pode ajudar a “esfriar” o planeta

Aqui no Brasil, produtos feitos da cana de açúcar são onipresentes. Desde o açúcar, a bebida mais popular do país, cachaça até o etanol, a planta já provou ser um recurso natural muito diverso, e agora, de acordo com uma nova pesquisa, ela pode fazer maravilhas para a saúde do planeta também.

Segundo o estudo, as plantações de cana de açúcar servem como escudos de calor que refletem as radiações solares enquanto emitem vapor da água durante o processo, efetivamente amenizando as temperaturas ao redor de onde estão plantadas.

Por todo o país, a cana de açúcar já ajudou de maneira significativa com a redução de emissões de carbono, por meio de seu biocombustível que corresponde a 25% de todo o combustível utilizado nos automóveis do país. E agora os pesquisadores descobriram, que mesmo antes da colheita, a plantação tem o poder de diminuir as temperaturas, ajudando a mitigar os efeitos do aquecimento global em escala local.

Scott Loarie, do Instituto Carnegie para ciência em Stanford, na California, junto com seus colegas utilizaram imagens e dados de satélite para monitorar os efeitos do cultivo da cana de açúcar no Brasil. O que eles descobriram foi que a temperatura das áreas de vegetação natural convertidas em plantação aumentou cerca de 1,6ºC, mas uma substituição por cana de açúcar na seqüência resfriou 0,9ºC da temperatura.

O grande potencial desta descoberta é temperado pela prática destrutiva utilizada por trás dela. Loarie alerta que se as áreas de vegetação nativa forem “limpadas” para dar lugar a plantações de cana de açúcar, qualquer efeito positivo será anulado, levando a um aquecimento geral, como em qualquer outro caso de desmatamento.

Em contraste aos combustíveis fósseis, os biocombustíveis produzidos de cana de açúcar oferecem esperança para um futuro energeticamente mais sustentável. E se cultivados de maneira responsável em larga escala, podem também ajudar a esfriar um pouco o planeta.

Fonte: Portal Ambiente Brasil

Ursos hibernam e acordam dentro de obra petrolífera

Nos Estados Unidos, na ilha de Spy, no Alasca, dois ursos polares- mãe e filhote – tomaram um susto ao acordar do seu período de hibernação: eles estavam no centro de um canteiro de obras da petrolífera italiana Eni.

Em outubro do ano passado, quando os animais entraram no período de hibernação, não havia nenhuma construção no local. As obras da petrolífera começaram, apenas, no início deste ano e, ao realizar o estudo da ilha, a empresa não detectou a toca dos ursos.

Ao notar a presença dos animais no local, a petrolífera entrou em contato com o Serviço de Pesca e Natureza dos Estados Unidos, que, a pedido do governo, suspendeu os trabalhos no local e enviou um biólogo para avaliar a situação dos animais.

Segundo o especialista, aparentemente, os ursos não sofreram nenhum trauma, mas pareciam bastante confusos com a situação – sobretudo o filhote, que ficou o tempo todo escondido atrás da mãe. Após alguns dias, os animais abandonaram o local, espontaneamente, e as obras da petrolífera foram retomadas, no habitat natural dos ursos.

Fonte: Planeta Sustentável

Localização de novas usinas nucleares depende de revisão do plano de energia, diz assessor da Eletronuclear

A construção de novas usinas nucleares e a definição da localização dessas unidades será definida somente no novo Plano Nacional de Energia, editado em 2007 pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) com horizonte para 2030 e cuja revisão, já em curso, trará o planejamento para até 2035.

Segundo o assessor da presidência da Eletronuclear, Leonam dos Santos Guimarães, o eixo de prioridades estabelecido inicialmente para o Nordeste poderá sofrer alteração. “O Plano Nacional [de Energia] 2030 falava no Nordeste. Acontece que ele é de 2007. De 2007 para cá, o setor elétrico mudou muito. Houve muitos leilões. O Plano [Nacional de Energia] 2035 deve incorporar essa realidade e nos indicará qual é a região para a gente poder pegar as áreas candidatas e aprofundar os estudos”, explicou.

A Eletronuclear, de acordo com Guimarães, já procedeu à identificação de áreas candidatas no país para construção de usinas nucleares. São ao todo 40 sítios mapeados que apresentam características favoráveis para a construção de novas centrais nucleares. Conforme os primeiros estudos da Eletronuclear, quatro estados não poderiam abrigar usinas nucleares: Acre, Rio Grande do Norte, Mato Grosso do Sul e Paraíba.

Guimarães, que participou nesta quarta-feira (27) de seminário no Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (Ibef), disse ainda que a geração elétrica nuclear no Brasil pode vir a contar com parcerias privadas. A lei brasileira proíbe a operação direta de usinas nucleares pela iniciativa privada. Mas uma participação minoritária, na avaliação do assessor da Eletronuclear, seria interessante.

Ele acredita que a parceria com o setor privado na área nuclear poderia trazer vantagens em termos de agregação de conhecimento e investimentos. “Amplia a capacidade de montar uma operação financeira para financiar a expansão [com a participação de parceiros]”. Guimarães lembrou ainda que companhias internacionais com experiência na construção e operação de usinas nucleares já atuam no setor elétrico, no Brasil. “Elas poderiam agregar, sob o ponto de vista tecnológico e de gestão específica”, avaliou. (Fonte: Alana Gandra/ Agência Brasil)

Operação do Ibama já apreendeu 5 mil cabeças de gado e aplicou R$ 83 milhões em multas na Amazônia

Em um mês, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) apreendeu 5,4 mil cabeças de gado e embargou 19 mil hectares de áreas de desmatamento ilegal na Amazônia. Os números são da Operação Disparada, deflagrada no fim de março para combater a pecuária ilegal na região, um dos principais vetores do desmatamento da floresta.

A operação atua em cinco frentes nos estados do Pará, Amazonas e de Mato Grosso. Além da apreensão de gado, tratores e equipamentos e do embargo de fazendas, o Ibama aplicou R$ 83 milhões em multas por crimes ambientais, de acordo com o coordenador-geral de Fiscalização do Ibama, Bruno Barbosa.

O balanço parcial da operação – que não tem data para terminar – também inclui o fechamento de quatro serrarias ilegais e a apreensão de 1,6 mil toneladas de arroz produzido em uma área embargada por desmatamento ilegal. “Que desmatar vai perder patrimônio, vai ter gado apreendido, vai ficar sem tratores”, alerta o coordenador do Ibama.

Segundo Barbosa, a operação será estendida para outros municípios da Amazônia com registro de pecuária em áreas de desmatamento. Na mira do Ibama estão Anapu, Pacajá, Itaituba e Oriximiná, todos no Pará, Apuí, no Amazonas, Porto Velho, em Rondônia, e os municípios matogrossenses de Aripuanã, Juína, Colniza e Barra do Garças. (Fonte: Luana Lourenço/ Agência Brasil)

Buenos Aires aposta nas bicicletas

Desde dezembro de 2010, o governo da Cidade Autônoma de Buenos Aires passou a promover o uso de bicicletas na capital argentina. O programa Mejor en Bici envolve a construção de ciclovias e infraestrutura de estacionamentos, educação para a mudança da cultura motorizada, fomento para empresas que aderirem ao programa e empréstimo gratuito de bikes e capacetes.

Pelo lado prático, são visíveis os investimentos pela cidade: a proposta do Mejor en Bici é criar 100 quilômetros de ciclovias. Atualmente – pouco mais de três meses após o início do projeto – 50 km já estão prontos e privilegiam vias que levam às universidades e prédios públicos de maior circulação. Há 11 pontos onde os moradores podem retirar uma bici depois de preencher o devido cadastro. O uso pode ser ainda tímido, mas Buenos Aires já oferece infraestrutura invejável comparada, por exemplo, a Rio e São Paulo.

O discurso do poder público em prol do uso das bicicletas também é forte. A sua divulgação está espalhada pela cidade, em redes sociais e no site do programa. As magrelas não poluem, custam pouco e são rápidas, dizem as autoridades, declarando a bicicleta como melhor para saúde e para a cidade. Além do mais, ela combina com as praças de Buenos Aires, imensas áreas verdes espalhadas pelos bairros, sem grades ou guardas e cheias de gente de todas as idades vivenciando o simples – e estranho para muitos brasileiros – espaço público

Ciclovia em Buenos Aires, foto: Gisele Brito

Ciclovia em Buenos Aires, foto: Gisele Brito

Há urgência empurrando o Mejor en Bici. Para os portenhos, o trânsito da cidade começa a ficar caótico. Mas um paulistano a passeio por lá não diria isso. Sua impressão – como foi a minha – é a de que existem mais táxis do que carros particulares, que as coisas ficam muito próximas umas das outras e que o sistema de transporte público é barato e, com exceção do metrô, de qualidade.

Durante os sete dias em que estive na cidade, me desloquei o tempo todo de ônibus ou a pé. Sem ter que passar por longas esperas no ponto, me cansar ou ficar entediada. Buenos Aires é realmente muito convidativa e inspira a vida pelas ruas. A cidade é plana, tem uma organização bem lógica das ruas, é toda quadradinha. As avenidas atravessam dezenas de quadras e bairros e por todos os lados a paisagem arquitetônica, os cafés, as livrarias e as praças motivam os passos.

A tarifa do ônibus vai de 1,10 a 1,25 pesos, mais ou menos equivalente a R$ 0,44 e R$ 0,50, dependendo da distância a ser percorrida. A maioria das linhas circula a noite toda, o que facilita a vida de quem frequenta a intensa cena noturna da cidade. E nenhum ônibus tem cobrador ou catraca. Ao entrar no coletivo, o passageiro informa ao motorista o seu destino, ele digita uma informação em um painel eletrônico, outra máquina informa o valor a ser pago, o passageiro insere a quantidade em moedas e recebe um comprovante. Todos a quem perguntei disseram que o papelzinho não é fiscalizado. E mesmo assim, todos pagam a passagem.

Embora pioneiro, do metrô não se pode falar tão bem. A primeira linha subterrânea de Buenos Aires foi construída em 1913 e foi a primeira da América do Sul. Hoje, o “Subte” — como eles dizem –, tem 56 quilômetros (em São Paulo, são 69 km), mas está longe de agradar os portenhos. Seu traçado e a integração entre linhas são alvo de críticas. É tão velho que os próprios passageiros fecham e abrem a porta ao ouvirem um apito. Em paralelo, o sistema ferroviário terrestre, mais moderno que o Subte, faz a ligação metropolitana e é bem confortável. Mas ambos não funcionam até muito tarde e depender deles depois das 22h é ficar na rua.

Infelizmente, não pude usufruir do Mejor en Bici, pois ainda não está disponível para os turistas. A ideia é que, no futuro, hotéis emitam comprovantes de hospedagem para que os visitantes estrangeiros possam se cadastrar com um documento de identidade e, assim, poder gozar desse serviço público. Mas não é preciso esperar até lá. Já existem empresas privadas que alugam bikes e até realizam roteiros turísticos sobre duas rodas. Por isso, fique de olho nas alternativas. Quando você tiver oportunidade de visitar a animada e romântica Buenos Aires, arrisque circular por ela de bike.

Bibicletada é saúde e festa, foto: divulgação

Bibicletada é saúde e festa, foto: divulgação

Fonte: O eco

Manaus: estádio da copa pode gerar energia solar de sobra

Os engenheiros responsáveis pela construção da Arena Amazônia, que vai abrigar os jogos da Copa de 2014 no Amazonas, estudam formas de uso da luz solar para produção de energia elétrica. As alternativas foram apresentadas no Fórum Estadual de Mudanças Climáticas, que realizou a primeira reunião do ano na última sexta-feira, 18 de março. O comitê responsável pelos projetos relacionados ao mundial pretende utilizar energia solar em outras obras, como centros de treinamento e estações do monotrilho, que poderá ser construído na cidade. O governo alemão está financiando os 100 mil euros para a realização dos estudos, que devem ser entregues em julho. Outros três estádios da copa também foram escolhidos para este programa de cooperação, entre eles o Mineirão, que já tem um projeto definido. A Arena Amazônia deverá consumir 6MW, durante o pico, e a previsão é que possa produzir 1MW. A intenção é que a energia produzida durante o dia seja vendida para a concessionária de eletricidade, para compensar o consumo noturno. A quantidade prevista é suficiente para abastecer entre 1,5 e 2 mil residências do entorno do estádio, que têm consumo médio entre 30 e 60 KW/ hora.

Inicialmente a intenção é aproveitar 40% da cobertura do estádio de Manaus para a instalação de painéis solares. Antes, é preciso superar as dificuldades técnicas. A estrutura foi projetada para suportar entre 0,4 e 0,9 quilos por metro quadrado e placas solares convencionais pesam entre 80 e 90 quilos por metro quadrado. Mudanças no projeto significam aumentos de custo e de material que poderiam inviabilizar a ideia. Outro problema é que o projeto original usa uma película translúcida. A instalação dos painéis solares comprometeria a passagem de luz e o efeito visual desejado pelos arquitetos.

Estes problemas podem ser resolvidos com a utilização de novas tecnologias solares e da distribuição estratégica das placas, preservando a beleza do projeto. Podem ser usados como suporte, por exemplo, os anéis que vão sustentar a iluminação do estádio ou trechos da estrutura metálica de sustentação. Ainda há outras duas possibilidades: utilizar o entorno da arena ou o pódio, praça que dá acesso ao estádio, onde as placas solares teriam o uso extra de fornecer sombra aos pedestres.

Fonte: Oeco

Chega a 20 o número de cidades em emergência por chuva em MS

Chega a 20 o número de cidades em situação de emergência devido às chuvas em Mato Grosso do Sul, até esta quarta-feira (23). Segundo a Defesa Civil Estadual, outros seis municípios registraram prejuízos. Em todo o estado, mais de 130 mil pessoas foram afetadas.

Ainda de acordo com a Defesa Civil, os temporais causam inundações, enchentes e alagamentos pelo estado. Foram registradas cheias em cinco rios que cortam Mato Grosso do Sul: Aquidauana, Miranda, Coxim, Taquari e Paraguai.

Estão em situação de emergência as cidades de: Aquidauana, Anastácio, Dois irmãos do Buriti, Campo Grande, Coxim, Nioaque, São Gabriel do Oeste, Paranaíba, Maracaju, Santa Rita do Pardo, Ribas do Rio Pardo, Chapadão do Sul, Bonito, Ivinhema, Sidrolândia, Miranda, Rio Verde de Mato Grosso, Alcinópolis, Nova Alvorada do Sul e Camapuã.

Risco de acidentes – Com a cheia no Pantanal, em Mato Grosso do Sul, cresce o número de animais circulando pela pista da BR-262. E a presença desses animais de grande porte na rodovia, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), pode aumentar o risco de acidentes, como colisões e atropelamentos.

A orientação para motoristas que viajam pela BR-262, principalmente no trecho entre Miranda (MS) e Corumbá (MS), é reduzir a velocidade e evitar dirigir à noite. Nesse período, segundo a PRF, também é comum o deslocamento de boiadas na região, o que exige reforço de atenção e paciência dos motoristas.

Fonte: Portal Ambiente Brasil

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