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Dia Mundial da Água: você sabe qual seu potencial de economia?

Nesta terça-feira (22) é comemorado o Dia Mundial da Água, um bem natural que necessitamos para sobreviver, mas que é finito e não temos capacidade de renová-lo. Diante da emergência de economizar esse líquido, é importante conhecer o quanto de água gastamos e o quanto temos capacidade para economizar.

Paulo Costa, consultor da H2C, empresa especializada em programas de uso racional da água, ensina qual conta cada consumidor deve fazer para saber quanto de água está gastando.

Primeiro, pegue o quanto de água é consumida na casa em metros cúbicos por mês (isso vem descrito na conta). Multiplique esse número por mil e você terá a quantidade de litros consumidos. Então, divida esse resultado pelo número de pessoas que vivem na casa e em seguida pelos dias do mês. Dessa forma você terá o valor dos litros que cada morador gasta por dia.

– Consumo em metros cúbicos por mês x 1.000 = litros da casa

– Litros da casa / número de pessoas na casa e pelos dias do mês = litros de pessoa por dia

“Se esse resultado for igual ou maior do que 200 litros, essa residência tem um bom potencial de economia”, afirma Paulo. Para a ONU (Organização das Nações Unidas), o ideal de consumo é de 110 litros de água por dia para cada pessoa, lembra Costa. Por isso, as pessoas que usam mais de 200 litros têm chance de diminuir mais de 50% do consumo.

Calcule a vazão das torneiras

Após realizar essa conta, é hora de descobrir quanto as torneiras e os chuveiros estão gastando por minuto. Para isso, utilize dois baldes graduados (com marcação dos litros): um menor para as torneiras e outro maior para o chuveiro. Dessa forma, você vai conhecer qual é a vazão de água deles, sendo que:

– Torneiras não devem derramar mais de 4 litros e meio de água por minuto

– Chuveiro, de 5 a 16 litros

Se as torneiras estão gastando mais do que a quantidade descrita acima, saiba que existem reguladores de vazão, aparelhos que são instalados na torneira para que ela elimine menos água. Outra opção é o arejador. “Ele mistura ar à água, aumentando a sensação de volume”, indica Paulo.

Chuveiro econômico

Paulo explica o que acontece com o chuveiro nas duas estações do ano: inverno e verão. Muitos deles já vêm com restritor de vazão, que é acionado na opção “inverno”, pois a resistência não daria conta de aquecer a água, se muito líquido fosse derramado.

Porém, no verão, há pessoas que tiram o restritor, que faz o chuveiro gastar de 5 a 16 litros de água por minuto, fazendo com que a vazão chegue a 45 litros por minuto. Isso não só aumenta o desperdício como eleva consideravelmente os gastos.

A dica de Paulo é verificar qual a vazão do seu chuveiro e, dependendo da quantidade que gasta, instalar o restritor. “Os modelos mais simples custam a partir de R$ 5″, destaca.

Menos água na bacia sanitária

Em relação a esses aparelhos, Paulo explica que cada acionamento dispensa de 12 a 18 litros de água. E isso é muito, principalmente se levarmos em conta que há válvulas econômicas, que gastam entre 3 e 6 litros.

Nos vasos, o cano que leva os dejetos faz uma curva para cima e outra para baixo. É o que se chama de sifão. Nessa curva, uma certa quantidade de água é acumulada e, quando a válvula é acionada, a enxurrada que desce empurra os dejetos. “Quanto menor for o sifonamento, melhor será o funcionamento dela”, explica.

Faça sua parte

De acordo com Paulo, “tecnologia nós temos de sobra, só falta a atitude”. Da parte dos consumidores, falta o conhecimento para comprar produtos que gastam menos água, pois eles têm preço equivalente aos demais e não há motivo para deixar de economizar.

Já por parte dos governantes, falta fazer campanhas constantes de conscientização, direcionando a informação, que hoje é fragmentada, e também oferecer incentivos para a troca de equipamentos.

“Nenhuma troca de produto, porém, será eficiente se não for acompanhada de mudança de atitude. Evitar maus hábitos e vícios de desperdício é a maior contribuição que podemos oferecer para a conservação dos recursos hídricos. Vale lembrar que água tratada já é considerada um dos bens mais escassos do planeta”, alerta.

Fonte: InfoMoney

Senadores querem sistema de prevenção a desastres naturais no Brasil

Parlamentares se solidarizaram com o povo japonês, devido ao terremoto que atingiu o país na última sexta-feira (11), e pediram providências para que o Brasil tenha um sistema mais eficiente de prevenção para enfrentar desastres naturais.

Um requerimento do senador Jorge Viana (PT-AC), que deve ser votado pelo Senado, prevê a criação de uma comissão para discutir alterações no sistema de defesa civil brasileiro.

No documento o senador comparou a realidade brasileira com a de outros países. Segundo ele, a resposta brasileira em situações de desastres é descoordenada e depende muito da capacidade de auto-organização da sociedade.

O senador apresentou o pedido depois da tragédia que atingiu a região serrana do Rio de Janeiro e matou centenas de pessoas. Nos últimos dias as fortes chuvas atingiram também municípios do Rio Grande do Sul, como lembrou a senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS). Em pronunciamento no plenário do Senado, ela se solidarizou com o povo japonês e disse que a tragédia deve servir como uma lição para o Brasil.

“Para que a gente tenha como o Japão tem, uma prevenção bastante profissional, bastante técnica para evitar que as calamidades continuem matando milhares e milhares de pessoas ao redor do mundo”, disse.

O senador Marcelo Crivela (PRB-RJ) também fez um apelo para que no Brasil tragédias como essas possam ser minimizadas.

“Esse é o nosso dilema. Nós vivemos num país onde os rios transbordam, onde temos enchentes no verão, onde as nossas encostas desabam, sobretudo as mais arenosas. Isso ocorre já há tanto tempo e nós não nos prevenimos porque desenvolvemos ao longo do tempo essa capacidade pública de esquecer as nossas tragédias”, declarou.

Licença ambiental cresce 570% com aumento de obras no país

Ademanda por licenciamentos ambientais cresceu 570% no Brasil na última década.

Os dados são do Ibama, que aponta a necessidade de dobrar o quadro de funcionários do setor –de 300 para 600 pessoas– para enfrentar a explosão nas obras.

Em 2000, o órgão ambiental tinha 251 processos de licenciamento para avaliar. Em 2010, eram 1.675. Desse total, 463 licenças foram concedidas. Neste ano, só no primeiro bimestre, foram 103.

O aumento do número de pedidos acompanha o crescimento econômico do país. Entre 2005 e 2006, primeiro ano do PAC, ele foi de 22%; entre 2003 e 2004, de 25%.

Os números foram apresentados no TCU (Tribunal de Contas da União) pela diretora de Licenciamento do Ibama, Gisela Damm, como resposta à queixa frequente do governo de que o licenciamento é moroso, especialmente o das obras do PAC.

É tanta a preocupação com o andamento das obras no Planalto que a presidente Dilma Rousseff exigiu a criação de um sistema on-line para que ela possa acompanhar pessoalmente o andamento das licenças do programa federal de obras.

O PAC, na realidade, responde por um número pequeno dos processos: apenas 20% dos pedidos de licenciamento feitos ao Ibama em 2010 são obras do programa.

Segundo Damm, o órgão alterou projetos de forma a diminuir o impacto ambiental de algumas obras -o que deveria ser considerado, diz ela, uma medida de eficácia.

LISTA NEGRA

O Ibama também passou, em janeiro, a devolver estudos de impacto malfeitos e publicar as devoluções no Diário Oficial.

A medida é uma forma de constranger publicamente as consultorias que fazem os estudos para os empreendedores. O Ibama acaba levando fama de moroso quando o problema, às vezes, está na qualidade dos estudos.

Até agora, já foram devolvidos estudos de impacto ambiental da hidrelétrica Pai Querê, no Rio Grande do Sul, de dois ramais ferroviários (um em São Paulo e outro em Rondonópolis, Mato Grosso) da América Latina Logística e de uma obra de canalização em Araranguá (SC).

Fonte: Folha Online

Sistema Subterrâneo de Coleta de Lixo em Barcelona

A idéia de um sistema subterrâneo de coleta de lixo em Barcelona é de 1992, quando a cidade sediou os Jogos Olímpicos. Desde então, o projeto tem sido implantado sistematicamente e 70% da área metropolitana já possui bocas de lixo conectadas diretamente aos centros de coleta. Plástico, latas e papel são reciclados e o lixo orgânico vira energia. Em cinco anos, a capital da Catalunha eliminará definitivamente os caminhões de lixo.
Fonte: http://www.cidadespossiveis.com/

Quem não separar o lixo está sujeito a multa de até R$ 500

Na terça-feira, 28, o presidente Luis Inácio Lula da Silva regulamentou a lei da Política Nacional de Resíduos Sólidos. A maior novidade é a obrigatoriedade por parte da população em separar o lixo orgânico do reciclável, com previsão de multa de até R$ 500 para quem descumprir.

Na primeira etapa, os resíduos domésticos deverão ser separados em lixo orgânico e seco. Na etapa seguinte, o cidadão terá de providenciar a separação de todo o lixo conforme o tipo de material, como vidro, papel e alumínio. O cumprimento da legislação caberá às prefeituras.

O decreto determina ainda que até 2014 todas as prefeituras deverão ter um sistema de coleta de lixo seletiva. Não foram estipulados prazos, uma vez que o assunto será discutido através de um comitê de orientação. Atualmente apenas 900, dos 5.560 municípios brasileiros, têm coleta seletiva. O Brasil recicla apenas 12% do lixo gerado.

Fonte: Licita Mais

Amazônia mais seca

Em 2005, a Floresta Amazônica passou por uma seca tão severa que foi classificada como um fenômeno raro, dos que costumam ocorrer uma vez a cada cem anos. Entretanto, apenas cinco anos depois a região teve uma seca ainda mais forte.

Segundo estudo feito por cientistas do Brasil e do Reino Unido, publicado nesta sexta-feira (4/2) na revista Science, em 2010 a maior floresta tropical do mundo teve ainda menos chuvas do que em 2005. Como secas severas são danosas à vegetação, menos carbono foi capturado no ano passado.

Paulo Brando e Daniel Nepstead, do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia, e colegas analisaram dados climáticos, pluviométricos e de perda de vegetação para concluir a repetição do “evento único no século”.

Segundo eles, a Floresta Amazônica costuma atuar fortemente no sequestro de carbono atmosférico, mas secas podem revertar essa característica. Em 2005, estima-se que a morte das árvores resultante da seca tenha promovido a liberação, nos anos seguintes, de cerca de 5 bilhões de toneladas de dióxido de carbono na atmosfera. Em um ano normal, a floresta sequestra cerca de 1,5 bilhão de toneladas de CO2.

Para efeito de comparação, o valor é quase toda a emissão de CO2 a partir de combustíveis fósseis nos Estados Unidos em 2009. Com mais árvores tendo morrido em 2010 do que em 2005, os cientistas destacam que muito mais carbono permaneceu na atmosfera e mais de 5 bilhões de toneladas ainda serão lançados em decorrência da morte de árvores.

Os autores ainda vão estimar o impacto da vegetação perdida em 2010 e apontam que a seca de 2005 pode ter impactado na gravidade da estiagem cinco anos depois.

Os resultados indicam que secas semelhantes e repetidas na região poderão ter impacto importante no ciclo global de carbono e, por consequência, no clima terrestre. Se tais secas intensas se tornarem frequentes, apontam os autores, os dias da Amazônia como equilibrador natural das emissões de carbono promovidas pelo homem podem estar ameaçados.

Fonte: Agência Fapesp

Governo: será difícil acabar com lixões

Política Nacional de Resíduos Sólidos prevê prazo para 2014

Vai ser difícil acabar com os lixões no país até 2014, admitiu ontem o secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente, Silvano Silvério da Costa. O prazo é previsto na Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), sancionada pelo então presidente Lula no fim do ano passado, estabelecendo que até 2 de agosto de 2014 o Brasil não tenha mais nenhum lixão e que os aterros sanitários recebam apenas rejeitos (o que não é possível reciclar ou reutilizar).

Durante debate sobre resíduos sólidos na Fecomércio de São Paulo, ontem, Costa afirmou que um dos caminhos para acabar com os lixões é incentivar a formação de consórcios intermunicipais, que dispensariam um aterro sanitário para cada cidade. O secretário adiantou que neste ano deve ser lançada a segunda etapa do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC 2) para resíduos sólidos, com verba de R$ 1,5 bilhão.

A política nacional prevê ainda obrigações aos moradores. Quem residir em cidades que contam com serviço de coleta seletiva deve separar adequadamente o seu lixo, sob pena de advertência ou multa, que variará de R$ 50,00 a R$ 500,00.

Fonte: Correio do Povo

Saiba onde entregar donativos para os desabrigados das chuvas na Região Serrana

Rio – As fortes chuvas que atingiram os municípios da Região Serrana do Rio de Janeiro mobilizam equipes de resgate e voluntários no auxílio aos desabrigados e desalojados. Entre os principais materiais que podem ser doados, estão objetos de higiene pessoal, colchonetes, cobertores, fraldas descartáveis, toalhas, alimentos não perecíveis e água.

O Programa de Voluntariado do Viva Rio também iniciou uma campanha de arrecadação de donativos (roupas e mantimentos) para a região serrana. As doações podem ser feitas na sede da instituição, na rua do Russel, 76, na Glória, Zona Sul. Para maiores informações, o Viva Rio disponibiliza os telefones (21) 2555-3750 begin_of_the_skype_highlighting              (21) 2555-3750      end_of_the_skype_highlighting (21) 2555-3750 (21) 2555-3785 (21) 2555-3785

A Cruz Vermelha no Brasil informa que recebe as doações nas unidades do Rio de Janeiro (Praça Cruz Vermelha, 1012, centro) e de Nova Iguaçu (na rua Coronel Bernardino de Melo, 2085, e na rua Alberto Cocoza, 86, no centro).

O SESC Rio, Fecomércio (Rua Marquês de Abrantes 99, Flamengo) e SENAC também estão recebendo doações para os desabrigados com as enchentes na Região Serrana do Rio. Os donativos podem ser entregues nas seguintes unidades do Sesc Rio: São Gonçalo, Niterói, Copacabana, Tijuca, Ramos, Madureira, São João de Meriti, Nova Iguaçu, Teresópolis e Quitandinha.

Já no Senac Rio, as unidades de Copacabana, Marapendi (Barra), Niterói, Fatec (Santa Luzia), Botafogo, Petrópolis, Teresópolis, Duque de Caxias e Politécnico (Riachuelo) estão recebendo as doações.

Todos os batalhões da Polícia Militar do Estado também estão prontos para receber doações para as vítimas das chuvas. O material arrecadado será encaminhado ao 12º Batalhão de Polícia Militar de Niterói, de onde será enviado para as áreas afetadas.

…continue lendo.

Brasil apresenta modelo de concessões florestais a países da ONU

O modelo de concessões de floresta adotado pelo Brasil foi apresentado esta semana aos participantes do 9º Fórum de Florestas das Nações Unidas (UNFF), que ocorre em Nova York (EUA), em um evento paralelo que teve entre os organizadores o Serviço Florestal Brasileiro.

Segundo o diretor de Ações Estratégicas do Serviço Florestal, Marcus Vinícius Alves, que participa do encontro, as concessões brasileiras são únicas se comparadas com iniciativas fora do país.

“As concessões no Brasil se caracterizam por ter uma forte governança, transparência, participação social, além de salvaguardas socioambientais, caracterizadas pela sobreposição dos critérios técnicos sobre os de preço nos editais”, afirma.

Objetivos globais – A discussão sobre as concessões florestais também buscou mostrá-las como política para alcançar os quatro Objetivos Globais em Florestas definidos pela UNFF, que incluem fortalecer a economia florestal com benefícios para as populações locais, aumentar a área de florestas manejadas e favorecer a legalidade na produção madeireira.

“O modelo de concessões implementado pelo Brasil é capaz de proporcionar o alcance de vários desses objetivos no médio e longo prazos”, diz. “O side event foi uma ótima oportunidade para mostrar ao mundo o exemplo brasileiro das concessões florestais como ferramenta eficaz de promoção do manejo florestal sustentável”, afirma o diretor.

A UNFF surgiu em 2000 como um órgão subsidiário do Conselho Econômico e Social das Nações Unidas e tem o objetivo de promover a gestão, a conservação e o desenvolvimento sustentável de todos os tipos de floresta, além de fortalecer o compromisso dos países membros para esse fim.

A 9ª sessão do Fórum de Florestas das Nações Unidas, que vai até 4 de fevereiro, tem como tema este ano “Florestas para os povos, meios de vida e erradicação da pobreza”, com uma pauta que inclui debates sobre a criação de um fundo para financiar o manejo florestal sustentável, visto como um ponto chave para ajudar a dar escala global à atividade, uso da floresta por povos e comunidades tradicionais e o tema Ano Internacional das Florestas.

Fonte: MMA

Missão na Antártida busca pistas sobre mudanças climáticas

A separação de um iceberg do tamanho de Luxemburgo, que se rompeu e se afastou de uma geleira maior, pode afetar os padrões de circulação oceânica e ser o precursor de mudanças futuras decorrentes do aquecimento global, dizem cientistas de uma missão na Antártida.

Em fevereiro de 2010, um iceberg de 2.500 quilômetros quadrados separou-se de uma língua gigante de gelo flutuante da geleira Mertz, depois de colidir com um iceberg ainda maior. A língua de gelo que se projetava no Oceano Sul vinha atuando como barragem, impedindo o gelo marítimo de chegar a uma seção de água permanentemente aberta a oeste.

Mas agora, com a língua de gelo separada devido à colisão, cientistas temem que isso possa desencadear mudanças em uma parte importante dos padrões de circulação oceânica global, que deslocam calor pelo globo através das muitas correntes marítimas superficiais e profundas.

A área em volta da língua de gelo, reduzida à metade pela colisão, e a oeste dela são um dos poucos lugares nas cercanias da Antártida nos quais a água salgada densa se forma e afunda para as profundezas do oceano, disse nesta segunda-feira (31) o líder da missão científica, Steve Rintoul.

Essa água densa de fundo, como é chamada, é um dos elementos chaves da circulação global de água marítima, que inclui a corrente que leva águas quentes do Atlântico para a Europa ocidental. Mas Rentoul disse que há o risco de que a área agora seja menos eficiente na produção da água de fundo que alimenta as correntes oceânicas profundas, que influem sobre os padrões climáticos globais.

“Este é um dos poucos lugares em volta da Antártida onde a superfície do mar se adensa o suficiente para afundar até as profundezas”, disse Rintoul à agência de notícias Reuters, a bordo do navio quebrador de gelo Aurora Australis, perto da geleira a 2.500 quilômetros ao sul de Hobart, capital do Estado australiano da Tasmânia. “Se a área for menos eficaz na formação de água menos densa, a salinidade será menor do que era no passado.”

Rintoul lidera uma equipe internacional de quase 40 cientistas que estudam os impactos da perda da língua glacial, além de mudanças nas temperaturas, na salinidade e na acidez oceânicas.

Os oceanos atuam como freio às mudanças climáticas porque absorvem grandes quantidades de calor e dióxido de carbono, o principal gás estufa, da atmosfera. Mas quanto mais CO2 os oceanos absorvem, mais ácidos se tornam. Com isso, animais como lesmas marinhas têm dificuldade maior em criar suas cascas.

Fonte: Portal G1

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