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Mudanças climáticas ajudaram queda do Império Romano

Não é a resposta que quem corrige vestibulares espera, mas um novo estudo diz que, entre os fatores que levaram o Império Romano ao fim, está uma mudança climática.

Pesquisadores da Universidade Harvard e de várias instituições europeias mostraram que, no auge da expansão de Roma, o clima era quente e chuvoso. Isso fortalece a agricultura e, assim, ajuda a alimentar grandes exércitos, além de permitir uma economia pujante, evitando insatisfações internas.

Isso aconteceu por volta do ano 100 d.C., quando o Mediterrâneo virou um “lago romano”, e o Império chegou a colocar os pés até no norte da atual Inglaterra, onde concluiu, em 126 d.C., a muralha de Adriano, para manter os inimigos afastados.

Uma hora, porém, a prosperidade acabou. A partir do meio do século 3, mudanças climáticas tornaram o Império Romano mais seco e frio.

Segundo o grupo internacional de pesquisadores, que publicou suas conclusões na “Science”, isso certamente afetou a produção de alimentos e pode ter estimulado causas tradicionalmente relacionadas à decadência de Roma, como a inflação.

Certamente políticas monetárias erradas colaboraram para piorar o cenário de crise econômica, dizem, mas não é por isso que se deve, nas palavras de Jan Esper, da Universidade Johannes Gutenberg (Alemanha), “seguir a crença comum de que civilizações estão isoladas de variações ambientais”.

Para saber como era o clima há tanto tempo, os cientistas analisaram 9.000 pedaços grandes de madeira antiga. A maioria veio de restos de construções e artefatos de madeira na Europa.

Fonte: Folha.com – Ambiente

Astronauta fala sobre “fragilidade” da atmosfera terrestre

O astronauta italiano Paolo Nespoli concedeu uma entrevista à BBC a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), a 400 quilômetros de distância da Terra.

Veja o vídeo da entrevista

Nespoli representa a agência espacial européia (ESA) e deve ficar a bordo da ISS até maio. Ele mostrou rapidamente as facilidades dentro da estação e respondeu a perguntas de telespectadores.

Nespoli falou sobre a impressão de fragilidade que sente ao olhar para a fina atmosfera terrestre. “Eu penso que nós precisamos estar atentos e ter cuidado com o que fazemos porque a Terra é frágil. É bonita, mas é frágil.”

Quando perguntado sobre a reciclagem de água dentro da estação, o astronauta argumentou que a água que eles usam é supervisionada diariamente e que se trata de água reciclada assim como a que bebemos na Terra.

Fonte: Folha.com – Ambiente

Árvores mostram relação entre clima e grandes acontecimentos

Os anéis de árvores antigas revelam a relação entre as mudanças climáticas e os grandes acontecimentos da humanidade, como migrações, pragas e surgimento ou queda de impérios, revela um estudo publicado na revista “Science”.

Temperaturas amenas e úmidas correspondem a tempos de prosperidade no Império Romano e na Idade Média, enquanto períodos de seca e frio coincidem com migrações em massa, afirma o estudo liderado por Ulf Buntgen, do Instituto Federal Suíço de Pesquisas Florestais, Neve e Paisagens (Swiss Federal Research Institute for Forest, Snow and Landscape).

Os pesquisadores analisaram mais de 7.200 fósseis de árvores dos últimos 2.500 anos, verificando as alterações nos anéis, que são um retrato do clima (úmido ou seco) no passado.

“O início e a queda de civilizações passadas estão ligados a mudanças ambientais, principalmente aos efeitos do acesso à água e à produção agrícola, à saúde humana e aos conflitos civis”, destaca o estudo.

“Variações climáticas intensas (…) coincidem com o fim do Império Romano do Ocidente e com um intenso período migratório”, destaca o estudo.

Os pesquisadores também basearam sua análise na intensidade do corte das árvores.

“Um maior volume de corte de madeira para construção está associado a maior colheita e à consolidação social-econômica do século 6º ao 9º”, segundo o estudo.

Fonte: Folha.com – Ambiente

Universidade mineira desenvolve sistema que pode baratear o tratamento de esgoto

Um estudo elaborado pelo Centro de Pesquisa e Treinamento em Saneamento, Cepts, vinculado ao Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental da Escola de Engenharia da Universidade Federal de Minas Gerais, UFMG, pode baratear o tratamento de esgoto.

A pesquisa, coordenada pelo professor Carlos Chernicharo, resultou na criação de um material de suporte feito de polietileno que pode ser aplicado em diversos sistemas de tratamento de esgoto.

Os microrganismos presentes no esgoto são retidos por meio desse sistema. Normalmente, para essa função são utilizadas pedras ou material sintético importado.

“A pedra é um material barato, mas muito pesado, o que dificulta o transporte e a colocação no interior das unidades de tratamento. Também é difícil de ser fornecida no tamanho correto, podendo ocasionar problemas de entupimento, além de apresentar pequena área superficial, ocasionando menor retenção de microrganismos”, avaliou o coordenador.

O sistema desenvolvido apresenta algumas vantagens em relação às técnicas empregadas usualmente, como custo reduzido e alta aplicabilidade.

*Com informações da UFMG.
Fonte: Ambiente Brasil

São Paulo amplia proteção da Mata Atlântica

O Parque Estadual Restinga de Bertioga, em São Paulo, está oficialmente criado. O decreto assinado pelo governador Alberto Goldman foi publicado hoje (10) no Diário Oficial do Estado de São Paulo. Com 9,3 mil hectares, o parque está inserido no município de Bertioga, onde ajudará a manter a biodiversidade e serviços ambientais úteis a toda a sociedade, além de formar um “corredor ecológico” interligando regiões litorâneas à Serra do Mar. Como unidade de conservação de proteção integral, ele será mais um espaço dedicado ao ecoturismo, lazer e educação ambiental para os brasileiros.

A criação do parque havia sido aprovada pelo Conselho Estadual de Meio Ambiente do Estado de São Paulo (Consema) no fim de outubro, e é uma prioridade para o WWF-Brasil, que promoveu ações para mobilização pública e via Internet, colhendo amplo apoio social à ampliação da área protegida na Mata Atlântica. A região agora oficialmente protegida abriga rios que abastecem a região e espécies ameaçadas e exclusivas do bioma estava antes vulnerável à pressão imobiliária e turística desordenada.

“A criação do parque representa uma vitória de um processo que contou com amplos estudos técnicos e ajuda a completar uma lacuna importante na conservação da Mata Atlântica, pois não havia nenhuma amostra suficientemente protegida das restingas no centro do estado. Os processos de consulta pública e de negociação política foram exaustivos, aceitando alternativas de conservação privada. Por isso louvamos a iniciativa do Governo de São Paulo e reafirmamos nosso empenho de continuar apoiando o sistema estadual para melhorar sua gestão. Vale ressaltar que, diferentemente do que alguns qualificam como entrave ao desenvolvimento, áreas como o parque de Bertioga valorizaram ainda mais o turismo nessa região magnífica do litoral brasileiro”, ressaltou Claudio Maretti, superintendente de Conservação do WWF-Brasil.

A especialista em conservação da Mata Atlântica do WWF-Brasil, Luciana Simões, comenta que agora será necessário implementar o mais novo parque estadual de São Paulo, destinando recursos e infraestrutura para sua gestão e fiscalização, o que pode ocorrer em parceria com o próprio município de Bertioga. Além disso, lembra ela, é preciso formar um conselho gestor com representação equilibrada entre governo e sociedade e disparar a elaboração do plano de manejo, espécie de manual de uso da unidade. “O WWF-Brasil seguirá apoiando esse processo, como já faz há seis anos, sempre com vistas à ampliar e qualificar a conservação da biodiversidade e da Mata Atlântica”, disse.

Confira aqui o decreto de criação do Parque Estadual da Restinga de Bertioga. A Área de Relevante Interesse Ecológico Itaguaré, com 58 hectares, também em Bertioga e já aprovada pelo Consema/SP, não foi contemplada no texto.

Mata Atlântica – Com suas florestas, campos, restingas e manguezais reduzidos a menos de um terço da área original, a Mata Atlântica é hoje o mais degradado dos biomas brasileiros. Menos de 8% de sua vegetação estão bem conservados. Mesmo assim, seus remanescentes ainda prestam “serviços ambientais” indispensáveis a 123 milhões de brasileiros (67% da população) que vivem na região, como proteger e manter rios, lagos, evitar a queda de encostas, regular o clima e a qualidade do ar.

Estudo da Rede WWF e do Banco Mundial revelou que mais de trinta das 105 maiores cidades do mundo, incluindo Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Salvador e Fortaleza, dependem da água fornecida por unidades de conservação e avaliou que as matas distribuídas às margens de cursos d´água na Mata Atlântica estão comprometidas. Quando preservadas, por exemplo, servem para conter enchentes e proteger a biodiversidade formando corredores entre áreas conservadas.

Atualmente, existem 123 unidades de conservação federais e 225 unidades de conservação estaduais na Mata Atlântica, somando quase 75 mil quilômetros quadrados.

Entenda importância do Protocolo de Kyoto contra o efeito estufa

O Protocolo de Kyoto é o único instrumento jurídico internacional que impõe aos países ricos reduções obrigatórias de suas emissões de gases de efeito estufa, e sua extensão para além de 2012 foi o principal obstáculo superado pela COP-16 (16ª Conferência das Partes da Convenção do Clima da ONU).

Aprovado como um protocolo anexo à Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (CMNUCC), Kyoto foi concluído na cidade japonesa de mesmo nome em 1997, mas não entrou em vigor até fevereiro de 2005.

Ele impõe aos 36 países industrializados que o ratificaram reduções em suas emissões das seis principais substâncias responsáveis pelo aquecimento global: dióxido de carbono (CO2), metano (CH4), óxido nitroso (N20) e três gases flúor (HFC, PFC, SF6).

As limitações referem-se principalmente à queima de combustíveis fósseis, como petróleo, gás e carvão, responsáveis por dois terços das emissões mundiais de gases de efeito estufa.

Os países em desenvolvimento não ficaram vinculados a um compromisso de redução de gases, limitando-se a um apelo geral para reduzir a poluição.

O Protocolo de Kyoto conta atualmente com 183 Estados-membros, além da União Europeia, com a notável exceção dos Estados Unidos, que se recusou a ratificá-lo.

Os países industrializados (chamados países do Anexo 1), responsáveis por cerca de 30% das emissões mundiais, se comprometeram a reduzir suas emissões de gases de efeito estufa em 5% no período entre 2008 e 2012 em relação ao ano de referência de 1990.

O protocolo impõe “objetivos diferentes”, segundo o país: por exemplo, de 8% para o conjunto da União Europeia ou de 6% para o Canadá e Japão.

Os países emergentes –entre eles a China (recentemente tornou-se o maior poluidor mundial), Brasil e Índia– estão isentos das reduções, da mesma forma que os países em desenvolvimento, apesar de seu crescimento excepcional.

A primeira fase de compromissos do protocolo expira no final de 2012 e muitos países pediam uma extensão. Entretanto, chocaram-se em Cancún com a feroz oposição do Japão, e posteriormente da Rússia, que o classificou de injusto por não impor controle sobre as emissões dos dois maiores emissores, que são também seus rivais comerciais: Estados Unidos e China.

Finalmente, a negociação foi resolvida com uma formulação ampla o suficiente para agradar todos os países, de forma que possa “garantir que não exista um hiato entre o primeiro e o segundo período de compromissos”.

Foto do ano alerta COP16 de que as pessoas estão esperando por uma solução

Na Conferência das Partes da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP 16), esta foto, utilizada pela WWF, ganhou o primeiro lugar em uma premiação alemã que selecionou a “Foto do Ano 2010”. Para celebrar, a WWF na Alemanha utilizou a imagem como um lembrete para os líderes mundiais que irão à conferência da falha da última conferência (COP15).

Para fazer a foto, foram utilizadas 1000 pequenas esculturas de gelo em forma de pessoas, que foram disponibilizadas nas arquibancadas do Gendarmenmarkt, Teatro Ópera de Berlin. O trabalho faz parte de uma irtenvenção em espaços urbanos da artista plástica brasileira Néle Azevedo, denominado, monumento mínimo, que foi instalado por centenas de voluntários locais. As esculturas levaram 30 minutos para derreter, mas foi o tempo suficiente para a fotógrafa Rosa Merk capturar cada momento e criar uma cena comovente sobre a ameaça que é o aquecimento global para a humanidade.

Na iniciativa da WWF Alemanha para a COP16, a porta voz Regine Günther estabeleceu uma razoável expectativa para os representantes da COP16: “Depois de Copenhague, não tivemos nenhum progresso significativo. Em Cancun, devemos pelo menos adotar uma rota para a África do Sul em 2011”. Depois de mais um ano de recordes de altas temperaturas, a foto de Rosa Merk está aí para nos lembrar das conseqüências da “não ação”.

Fonte: Portal Ambiente Brasil

Emissões de carbono caem em 2009; voltam a subir em 2010, diz estudo

As emissões globais de dióxido de carbono devem alcançar um recorde em 2010, devido em grande parte ao crescimento da economia da China e da Índia e de sua dependência do carvão, de acordo com um estudo anual divulgado neste domingo (21).

O Projeto Global Carbono, um consórcio de organismos internacionais de pesquisa, disse também que as emissões globais caíram 1,3 por cento em 2009 em relação a 2008, graças à crise financeira global. Mas a queda foi menos de metade da redução estimada um ano atrás.

“A verdadeira surpresa é que esperávamos uma queda maior de emissões de combustíveis fósseis em função da crise financeira”, disse Pep Canadell, diretor executivo do Projeto Global Carbono e um dos co-autores do estudo publicado na edição mais recente do periódico Nature Geoscience.

Os dados foram divulgados uma semana antes de começar no México uma reunião da ONU sobre clima que visa encontrar maneiras de os países chegarem a um acordo mais rígido para frear as emissões de gases-estufa.

Canadell também disse que os novos dados e a diminuição da derrubada das florestas tropicais mostram que as emissões resultantes do desmatamento diminuíram, compondo hoje 10 por cento da emissão total de gases estufa. Em estudos anteriores, representavam entre 12 e 17 por cento.

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Obras de arte para serem vistas do espaço fazem alerta pelo meio ambiente

Uma campanha está fazendo obras de arte que podem ser vistas do espaço como forma de alertar para os problemas do meio ambiente, às vésperas da reunião sobre o clima da Organização das Nações Unidas prevista para a semana que vem em Cancun, México. Nos últimos dias foram realizadas manifestações em cidades dos Estados Unidos, na República Dominicana e na Espanha e outras estão marcadas para acontecer em várias localidades espalhadas pelo mundo, incluindo São Paulo na próxima sexta-feira.

– A arte pode transmitir de uma forma diferente da ciência a ameaça que as mudanças climáticas apresenta para o nosso planeta – diz Bill McKibben, fundador da organização 350.org , que promove o evento. – Os melhores cientistas do mundo já tentaram alertar os políticos sobre a crise no clima. Agora, contamos com os artistas para ajudar.

Em Santa Fe, no estado americano do Novo México, mais de 1 mil voluntários se juntaram em um leito seco de rio segurando pôsteres e faixas azuis para mostrar onde o Rio Santa Fe deveria fluir. Já no delta do Rio Ebro, na Espanha, centenas de pessoas circularam por um labirinto construído pelo artista Jorge Rodriguez Gerada. Em Los Angeles, por sua vez, os voluntários formaram a imagem gigantesca de uma águia levantando voo, enquanto em Santo Domingo, na República Dominicana, foi mostrada uma casa sendo invadida pela água do oceano.

Em São Paulo, está prevista a montagem de um mosaico humano que formará a imagem de um sol cujas cores lembrarão a bandeira do Brasil, com o verde do gramado, o azul de um painel solar e o amarelo das camisetas dos participantes.

Fonte: Extra

Curitiba é escolhida a cidade mais verde entre 17 outras da América Latina

A cidade de Curitiba, capital do Paraná, obteve neste domingo a distinção de metrópole mais verde entre outras 17 da América Latina, segundo um estudo sobre meio ambiente apresentado pela empresa alemã Siemens e a unidade de estudos da revista britânica “The Economist”.

No marco da Cúpula Climática Mundial de Prefeitos (CCLIMA), realizada no México, se apresentou pela primeira vez o Green City Index (GCI) da América Latina, classificando Curitiba, com 1,7 milhão de habitantes, como a única cidade “muito acima” da média quanto a normas ambientais.

Seguida dela, no segundo dos cinco níveis, ficaram outro grupo de cidades como Bogotá, capital da Colômbia; e Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo.

Resultados “aceitáveis” na classificação foram obtidos pela colombiana Medellín, Cidade do México, Puebla e Monterrey, Porto Alegre, Quito e Santiago do Chile, colocadas no terceiro nível.

“Abaixo da média”, o quarto nível em termos ambientais, ficaram Buenos Aires e Montevidéu, enquanto a mexicana Guadalajara e Lima, capital do Peru, estiveram um nível mais abaixo, “muito abaixo” da média, no nível mais baixo.

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