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Grã-Bretanha anuncia criação da maior reserva marinha do mundo

O ministro das Relações Exteriores da Grã-Bretanha, David Miliband, anunciou na quinta-feira passada que o país pretende criar a maior reserva marinha do mundo, no Oceano Índico.

Da redação da BBC

Ele afirmou que a pesca comercial será banida em um raio de cerca de 647 mil Km² ao redor do arquipélago de Chagos.

Espera-se que a região se torne um território importante para a preservação de recifes de coral e de cerca de 60 espécies ameaçadas de extinção.

Das cerca de 50 ilhas que formam o arquipélago de Chagos, apenas uma é habitada, Diego Garcia, que a Grã-Bretanha cede para uma base militar americana.

O governo britânico diz que a instalação da reserva não vai interferir com o funcionamento da base militar.

Resistência

Miliband disse que a medida dobra o tamanho das áreas protegidas dos oceanos, o que mostra o compromisso da Grã-Bretanha com a preservação do meio ambiente.

No entanto, o anúncio foi criticado pelos habitantes originais das ilhas, que foram removidos há 40 anos para a criação da base.

Roch Evenor, presidente da organização que representa os habitantes originais e que pleiteia judicialmente a volta deles ao arquipélago, criticou a medida, afirmando que a Grã-Bretanha agiu “de forma colonial”.

Ele afirma que mesmo se os habitantes conquistarem, em tribunais internacionais, o direito ao retorno, o veto à pesca comercial inviabilizaria a volta, já que tiraria deles o meio de subsistência.

Fonte: Portal do Meio Ambiente

Governo britânico cria fundo de US$ 3 bilhões para meio ambiente

O ministro das Finanças britânico, Alistair Darling, anunciou nesta quarta-feira a criação de um “fundo de investimentos verde”, dotado de 2 bilhões de libras (3 bilhões de dólares ou 2,2 bilhões de euros), para financiar projetos relacionados ao meio ambiente.

Darling declarou durante a apresentação do orçamento para 2010 e 2011 no Parlamento, que esse “fundo verde” concentrará suas atividades nos setores de transporte e energia, e será financiado tanto pelo setor público como pelo setor privado.

Fonte: G1

Governo e sociedade assumem compromissos para combater a desertificação

A criação de fundos de investimentos visando às mudanças climáticas e a revitalização da Caatinga; o fortalecimento e ampliação de programas como o Água para Todos e a garantia de água potável e luz elétrica para todas as escolas do Semiárido brasileiro. Estas são algumas das 90 propostas da agenda político-institucional que está sendo discutida nesta quinta e sexta-feira em Petrolina-PE, durante o I Encontro Nacional de Enfrentamento da Desertificação.

O evento, promovido pelos Ministérios do Meio Ambiente e da Integração Nacional com execução do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura – IICA, foi aberto em Juazeiro (BA) na noite da última quarta-feira (3/3) pelo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, e durante a manhã e tarde de hoje (4/3) lotou o auditório do Senai, em Petrolina (PE), com a presença de representantes e especialistas do Governo Federal, de 11 estados, comunidade científica e da sociedade civil.

Para o Secretário de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do Ministério do Meio Ambiente, Egon Krakhecke, o Encontro está celebrando o processo de pactuação de compromissos denominado Pacto pelo Desenvolvimento Sustentável do Semiárido Brasileiro, que vem sendo construído a partir de reuniões realizadas no final do na passado e em fevereiro deste ano, com a reunião de Campina Grande (PB).

“O processo de desertificação é resultado de uma combinação de fatores climáticos e de manejo da terra. Hoje, 15% do território nacional sofrem com este problema. Ao final deste encontro, teremos um documento com uma série de ações a serem desencadeadas, já a partir do próximo mês de maio, visando o enfrentamento de desafios como a redução da pobreza e da desigualdade, conservação e manejo sustentável dos recursos naturais e ampliação da capacidade produtiva”, adiantou o Secretário.

Para o representante da Articulação do Semiárido — ASA, Pedro Paulo, a iniciativa foi bastante oportuna, tanto pela importância das propostas como pela participação das entidades em comunhão com os poderes constituídos nas esferas municipal, estadual e federal. “Este trabalho é um ponto de partida. Há muito o que fazer para combater a degradação dos recursos naturais e a ameaça das mudanças do clima”.

Entre as propostas discutidas, repercutiu bastante a criação do Fundo Caatinga, que será operacionalizado pelo Banco do Nordeste. Uma iniciativa que vai revitalizar o bioma Caatinga a partir do repasse de recursos para as comunidades, principalmente de produtores rurais das áreas de sequeiro. Outro mecanismo de caráter permanente, que também foi apresentado durante o I Encontro Nacional de Enfrentamento da Desertificação, o Fundo de Mudanças Climáticas também gerou muita discussão. Oriundo de recursos da exploração de petróleo, este fundo será gerido pelo Ministério do Meio Ambiente e 50% de todo dinheiro arrecadado será destinado para o Semiárido brasileiro.

Concluir a composição da Comissão Nacional de Combate à Desertificação para que ela cumpra seu papel de fiscalizadora das ações para o Semiárido foi um dos fortes apelos dos participantes do encontro. Presidida pelo ministro do Meio Ambiente, a comissão é integrada por 12 ministérios, sete órgãos federais, 11 governos estaduais, 11 representantes da sociedade civil, um da Anamma e dois representantes de entidades do setor empresarial.

Fonte: Portal do Meio Ambiente

Australianos acham rã dada como extinta há 30 anos

Uma espécie de rã minúscula que supostamente estava extinta há três décadas foi vista no sudeste da Austrália. A espécie, que tem nome científico Litoria castanea, tem coloração verde, com manchas em tons de dourado. O exemplar foi encontrado há algumas semanas por um funcionário do Estado australiano de Nova Gales do Sul que buscava peixes em perigo de extinção.

O trabalhador retornou ao local com um especialista em anfíbios que confirmou a identidade da rã – a localização exata será mantida em segredo para proteger a espécie, disse o responsável estadual pelo Meio Ambiente, Frank Sartor.

Sartor afirmou que o descobrimento “nos lembra da necessidade de proteger o ambiente para que gerações futuras desfrutem do barulho e da cor de nossos animais nativos” e disse que o Estado negocia com um zoológico de Sydney para iniciar um programa de reprodução em cativeiro.

Em setembro de 2008, foi descoberta em uma área remota da floresta tropical do norte da Austrália outro tipo de rã minúscula, a Litoria lorica, que os especialistas diziam estar extinta desde 1991.

Fonte: R7

Imazon: devastação da floresta aumentou 26% em janeiro

Emissões de carbono por desmatamento acumulado foram 51 mi de toneladas: 41% a mais do que em período anterior

O Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) divulgou dados indicando que, em janeiro deste ano, houve aumento de 26% no desflorestamento, em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram desmatados, ao todo, 50 quilômetros quadrados. O primeiro mês de 2010 apresentou 63 quilômetros quadrados de devastação.

Já para dezembro de 2009, foi revelada uma queda de 68% do desmatamento, em comparação a igual período de 2008. De acordo com o Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) do Imazon, houve 16 quilômetros quadrados de área desmatada na Amazônia Legal no último mês do ano passado. Em dezembro de 2008, o desmatamento somou 49 quilômetros quadrados.

A devastação acumulada, que se observou para o período de agosto de 2009 a janeiro de 2010, somou 836 quilômetros quadrados. O dado representa um amento de 22% em relação ao mesmo período anterior (agosto 2008 a janeiro 2009) quando foram desmatados 687 quilômetros quadrados de floresta.

Em dezembro de 2009 e janeiro de 2010, as florestas degradadas- intensamente exploradas por atividade madeireira e/ou queimadas- na Amazônia Legal totalizaram, respectivamente, 11 quilômetros quadrados e 51 quilômetros quadrados.

O Imazon informa que, como houve grande cobertura de nuvens na região amazônica no período do acumulado analisado, os dados de desmatamento podem subestimar a devastação real. As regiões com maior cobertura de nuvens foram Amapá, Amazonas e Pará. A parte do Maranhão que compõe a Amazônia Legal também não foi analisada.

Fonte: Amazonia.org

Aquecimento global começou antes da Revolução Industrial

O início da interferência humana no meio ambiente e, consequentemente, no clima ocorreu em períodos anteriores à Revolução Industrial, que teve início em meados do século XVIII na Inglaterra. Uma pesquisa desenvolvida no Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) mostra que, mesmo antes do surgimento das grandes indústrias o planeta já sofria com aumento de temperatura e o início do aquecimento global.

Baseada em coleta, comparações e análise crítica das informações da literatura produzidas mundialmente sobre o tema, a advogada Aretha Sanchez mostra em sua dissertação de mestrado, orientada pelo professor e pesquisador do Ipen Luiz Antonio Mai, que povoados como os maias e mochicas, na América Latina, acádios, no Iraque, e povos da Groenlândia Nórdica, entre outros, sofreram colapsos e desapareceram devido a essa modificação climática local.

Os antigos integrantes desses povoados usaram grande parte dos recursos naturais existentes nos locais em que viviam e foram obrigados a sair de sua região de origem após a deteriorização intensa do ambiente. O desmatamento, a caça, a pesca, o desenvolvimento da agricultura e a poluição das águas foram causas determinantes para a modificação climática regional e, consequentemente, a extinção de importantes povoados.

Fonte: Portal do Meio Ambiente

Pesquisa Nacional de Comportamento e Percepção do Consumidor de Cação

Com o objetivo de levantar a percepção da população brasileira sobre o quanto a pesca e o consumo dos tubarões (ou cações), ou partes deles, representam uma ameaça que está levando muitas das nossas espécies à beira da extinção, dentro do escopo da Campanha Nacional contra o Consumo de Barbatanas de Tubarão, o Projeto Tubarões no Brasil (Protuba), do Instituto Ecológico Aqualung, realizou, com a ajuda dos voluntários do Protuba, a Pesquisa Nacional de Comportamento e Percepção do Consumidor de Cação.

Além de traçar um perfil do consumidor, e de como ele vê essa questão, a pesquisa e sua divulgação na mídia e para o público em geral terão a importante função de fazer com que as pessoas percebam e reflitam sobre esse grave e silencioso problema de sustentabilidade.

Resumo dos Resultados

A pesquisa teve abrangência nacional e, de acordo com seus resultados, cerca de 37% dos 1.400 entrevistados no Brasil disseram consumir carne de cação (ou tubarão). Nesse universo, 43% dos entrevistados eram homens e 57% mulheres. Os locais de aplicação da pesquisa foram as feiras-livres (9%), peixarias (11%), supermercados (37%), restaurantes (8%) e outros estabelecimentos ou locais (35%).

Enquanto os entrevistados que afirmaram consumir carne de cação o fazem em sua maioria em casa (58%), as maiores regularidades de consumo foram mensal (19%) e eventual (58%). Aqueles que consomem em casa costumam comprar com mais frequência nas peixarias (42%) e supermercados (32%).

Somente 17% dos entrevistados afirmaram já ter consumido as barbatanas de tubarão ou algum de seus derivados, como a sopa de barbatana. Felizmente esse percentual é ainda menor quando se trata do consumo de cápsulas de cartilagem de tubarão (11%).

Mas a pesquisa apontou uma grande diferença entre cariocas e paulistas. Enquanto apenas 6% dos cariocas afirmaram consumir cação, 69% dos paulistas responderam que consomem. Quando o questionamento foi se já consumiram barbatana de tubarão, nenhum carioca respondeu sim, mas 17% dos paulistas afirmaram já ter consumido. Para a mesma pergunta sobre consumo de cápsula de cartilagem de tubarão, novamente os cariocas zeraram, mas 10% dos paulistas responderam que sim. Uma explicação plausível para tal diferença talvez seja a considerável influência exercida pela população de origem oriental em São Paulo, o que não ocorre no Rio, já que são eles os grandes consumidores de cação e seus derivados, especialmente as barbatanas de tubarão para produzir a sopa.

Mais da metade dos entrevistados (57%) não sabia que a pesca descontrolada e excessiva está acabando com as populações de tubarões e que a obtenção das barbatanas e da cartilagem representam uma ameaça que está levando muitas populações de tubarões ao declínio vertiginoso cerca de 43% das espécies do litoral brasileiro já estão nas listas de espécies ameaçadas de extinção.

Fonte: Aqualung

Para brasileiros, cuidar do ambiente é prioridade, ainda que prejudique economia

O crescimento sustentável da economia deve ser a prioridade no País. A percepção é de 64% dos brasileiros entrevistados pelo Ibope Inteligência. Perguntados se o mais importante é preservar o meio ambiente a todo o custo, mesmo que isso prejudique um pouco a economia, ou crescer economicamente, gerando renda e emprego, ainda que isso prejudique um pouco o meio ambiente, a maioria dos pesquisados optou pela primeira resposta.

De acordo com o levantamento, grande parte dos que escolheram a primeira opção é jovem – 69% têm idade entre 16 e 24 anos. Dessa parcela ainda, 71% são das regiões Norte e Centro-Oeste. Da região Sudeste partiu a maior parcela dos entrevistados que acreditam que a prioridade é crescer economicamente, mesmo que o meio ambiente seja um pouco prejudicado.

Segundo o Ibope, 26% dos brasileiros escolheram essa resposta e desses, 30% são da região Sudeste e 30% têm nível escolar baixo – até a quarta série do primário.

Governo atento ao tema

A pesquisa também revelou que, para 41% dos pesquisados, o Governo Lula dá alguma importância ao tema da água e do meio ambiente. Outros 27% acreditam que o Executivo dá muita importância aos assuntos.

Dentre o total de brasileiros que analisam positivamente o Governo nessa questão (68%), 76% são do Nordeste.

Já 28% afirmam que Lula dá pouca ou nenhuma importância às questões ambientais. Desse total, 34% têm nível de Ensino Superior.

Preocupação

O Ibope traçou um perfil dos brasileiros que se preocupam com o meio ambiente. De acordo com o levantamento, dos 52% que são muito interessados pelo tema e também preocupados, 52% possuem Ensino Médio ou nível superior.

Além disso, grande parte (48%) reside na região Sudeste e 57% em cidades com mais de 100 mil habitantes. Além disso, 14% vivem em residências onde a renda é superior a 10 salários mínimos.

Fonte: Infomoney

Eleições 2009 na UNIVERDE

O Centro Fluminense de Estudos e Atividades Sobre Ecologia e Qualidade de Vida – UNIVERDE é uma organização não governamental, sem fins lucrativos, a partidária, com sede no município de São Gonçalo e atuação a nível estadual, que ao longo dos anos associou-se e confundiu-se com as principais lutas ambientais do Estado do Rio de Janeiro.

No próximo dia 15 de novembro a UNIVERDE realiza sua eleição para diretoria executiva e conselho administrativo.

O pleito ocorrerá em assembléia geral que aclamará a chapa única “Segurança Verde” e trará de volta ao comando da entidade Roberto Felix, que presidiu a UNIVERDE em 1995.

Fonte: Portal do meio ambiente

Desafio é produzir mais sem desmatar

Na safra deste ano, o Brasil deverá colher cerca de 135 milhões de toneladas de grãos, o que representa pouco mais de 6% da produção mundial, estimada em 2,2 bilhões de toneladas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Se no comércio internacional de bens agrícolas e industriais e serviços o país detém 1,2% de participação nas exportações, nos embarques agrícolas a presença verde-amarela no planeta é muito maior: chega a 7%, incluindo não apenas grãos, como a soja, mas também outros produtos como carnes, café, açúcar e etanol.

A posição de destaque do Brasil tem tudo para ser reforçada nos próximos anos, com a produção de alimentos e biocombustíveis, uma das alternativas para reduzir a emissão de gases estufa. “O Brasil poderá ser protagonista no campo da agroenergia”, diz Carlos Lovatelli, presidente da Associação Brasileira do Agronegócio. “Os biocombustíveis são parte da solução para reduzir a emissão de poluentes globais, e o Brasil deverá ser destaque nesse cenário porque tem terra, planta e sol e grande competitividade na produção agrícola”, diz o ex-ministro da Agricultura e atual coordenador da GV Agro, Roberto Rodrigues.

O desafio que se coloca entre os produtores é elevar a produção de alimentos, para abastecer tanto o mercado interno quanto externo, sem desmatar, ou seja, crescer de forma sustentável. Uma tarefa que poderá ser conquistada com o respeito à legislação ambiental e a manutenção de investimentos no aumento de produtividade e investimentos em tecnologia, de forma que seja possível dar um salto de produção sem ampliar enormemente a área plantada, como comprova a história recente do setor.

Fonte: Amazônia Org

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