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Lixo infectante

Hoje em dia, é muito difícil encontrar quem realize a separação de lixo hospitalar/infectante corretamente, principalmente nos grandes centros urbanos onde se encontram vários prédios comerciais e quase não existe fiscalização.
Muitos empreendimentos comerciais não têm conhecimento nem controle da maneira com que o lixo, proveniente de suas próprias salas ou lojas, é descartado. Alguns destes prédios chegam a possuir consultórios odontológicos, clínicas de estéticas, e até clínicas médicas que realizam pequenas cirurgias. Porém, na maioria das vezes não realizam a separação correta dos materiais e utensílios clínicos descartados.

Todo o material proveniente desta área médica deve ser separado e armazenado de maneira diferente do lixo comum, que são papéis, plásticos, etc. O lixo hospitalar/infectante deve ser armazenado separado do lixo comum para não ocorrer nenhum tipo de contaminação pelos produtos químicos.

Veja abaixo como separar e armazenar o lixo infectante:

  • Resíduos Biológicos e/ou Infectantes
    Caracterizam-se por apresentarem risco potencial à saúde pública e ao meio ambiente devido à presença de agentes biológicos, como: bolsa de sangue, sangue e hemocomponentes; peças anatômicas, produtos de fecundação sem sinais vitais; animais mortos de experimentação, carcaças, vísceras; todos os resíduos provenientes de pacientes em estado de isolamento; materiais perfurantes e cortantes; materiais descartáveis que tenham entrado em contato com quaisquer fluidos orgânicos; qualquer resíduo comum contaminado por agente biológico.
    Armazenamento: Devem ser armazenados em saco plástico leitoso, resistente, impermeável, identificado com simbologia de resíduo infectante. Os perfurantes e cortantes devem ser descartados em recipientes vedados e rígidos, no local da sua geração, identificados com a inscrição “PERFURO-CORTANTE”.
  • Resíduos Químicos
    São os resíduos que, devido às suas características químicas, apresentam risco potencial à saúde pública e ao meio ambiente, como: medicamentos vencidos, contaminados, interditados ou impróprios para consumo; objetos perfuro-cortantes contaminados com quimioterápicos ou com outro produto químico perigoso; mercúrio e outros resíduos com metais pesados (lâmpadas, termômetros, pilhas, baterias, saneadores e sanitários, líquidos reveladores de filmes); quaisquer resíduos contaminados por agentes químicos; resíduos perigosos (segundo classificação ABNT-NBR 10004/87 – Resíduos Sólidos Classificação); qualquer resíduo comum contaminado com agente químico.
    Armazenamento: Devem ser armazenados em recipientes que garantam integridade física dos frascos, evitando choque mecânico, e mantendo seus recipientes originais. Na ausência destes, utilizar bombonas ou frascos resistentes e rígidos, de até dois litros, com tampa rosqueada, vedante e identificadas com simbologia e inscrição de “RESÍDUO QUÍMICO”.
  • Resíduos Radioativos
    São quaisquer materiais radioativos ou contaminados com radionuclídeos, provenientes de laboratórios de análises clínicas, serviços de medicina nuclear e radioterapia em quantidades superiores aos limites especificados na Norma CNEN-NE 6.02 – Licenciamento de Instalações Radioativas. Enquadram-se neste Grupo todos os resíduos químicos e biológicos/infectantes que tenham sido contaminados com radionuclídeos.
    Armazenamento: Deverá ser seguida a determinação da Resolução CNEN-NE 6.05 – Gerência de Rejeitos Radioativos em Instalações Radioativas.
  • Resíduos Comuns de Serviços de Saúde
    São todos os resíduos semelhantes aos resíduos domiciliares e que não foram contaminados por resíduos acima citados, como: Resíduo de Cozinha (resíduos do preparo de alimentos de pacientes e/ou funcionários, restos de comida de pacientes e/ou restaurantes dos EAS, que não podem ser reaproveitados).
    OBS.: Se provenientes de paciente em estado de isolamento, os restos alimentares devem ser considerados como resíduos biológicos e/ou infectantes; Resíduos Administrativos (papéis, plásticos, papéis de uso sanitário de funcionários ou de pacientes que não estejam em estado de isolamento, resíduos de varrição das áreas externas e das áreas internas não críticas, flores, podas de árvores e de jardins).
    Enquadram-se também na categoria de Resíduos Comuns os entulhos de obras (grande parte destes resíduos pode ser reprocessada em Usinas de Reciclagem Específicas para tal fim) e os materiais recicláveis, que podem ser reutilizados ou transformados em matéria prima para fabricação de novos produtos (papel / papelão, vidros, plásticos).
    Armazenamento: Por serem resíduos pesados e úmidos devem ser acondicionados em sacos plásticos espessos e resistentes, de qualquer cor, exceto branco leitoso, com peso de até 16 Kg.
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